Emmetals https://emmetals.com.br Alumínio Mon, 13 Jul 2026 17:03:29 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://emmetals.com.br/wp-content/uploads/2026/07/cropped-faviconsiteem-32x32.png Emmetals https://emmetals.com.br 32 32 Glossário Técnico de Extrusão de Alumínio https://emmetals.com.br/glossario-tecnico-de-extrusao-de-aluminio/ https://emmetals.com.br/glossario-tecnico-de-extrusao-de-aluminio/#respond Mon, 13 Jul 2026 14:17:41 +0000 https://emmetals.com.br/?p=2916

 

Como usar este glossário.

Inglês x português técnico usado no Brasil

Este e-book foi escrito para o português técnico usado na indústria brasileira de extrusão de alumínio. Ele não busca tradução literal de dicionário; busca o termo que um profissional brasileiro usaria em produção, ferramentaria, manutenção, qualidade, compras ou assistência técnica.

Em propostas, manuais e conversas com fornecedores internacionais, muitos termos continuam em inglês. Em artigos e treinamentos para público brasileiro, recomenda-se apresentar primeiro o português e, na primeira menção, o inglês entre parênteses.

Exemplo de uso Em texto técnico: ‘O tarugo (billet) é aquecido no forno de tarugos antes de entrar no container da prensa.’ Depois da primeira explicação, o texto pode seguir apenas com ‘tarugo’.

I. Matéria-prima, ligas e metal

Termos usados em compra de tarugo, refusão, composição química, rastreabilidade e especificação de ligas.

English Português técnico no Brasil Sentido prático na extrusão Uso recomendado
aluminium / aluminum alumínio No Brasil usa-se alumínio. Em documentos dos EUA aparece aluminum; em normas europeias, aluminium. Traduzir
aluminium alloy liga de alumínio Alumínio com elementos de liga adicionados para atingir propriedades mecânicas, extrudabilidade e acabamento. Traduzir
unalloyed aluminium alumínio não ligado Alumínio com teor mínimo especificado sem elementos de liga intencionais. Traduzir
primary aluminium alumínio primário Metal produzido a partir de alumina, normalmente usado como base de liga ou correção química. Traduzir
recycled aluminium alumínio reciclado Metal produzido a partir de sucata/refusão, com controle de composição e impurezas. Traduzir
alloying element elemento de liga Elemento adicionado para modificar propriedades, como Mg, Si, Cu, Mn, Zn ou Ti. Traduzir
impurity impureza Elemento ou contaminante não desejado que pode prejudicar composição, acabamento ou propriedades. Traduzir
chemical composition composição química Teores dos elementos da liga, base para liberar tarugo, corrida e produto. Traduzir
traceability rastreabilidade Capacidade de ligar tarugo, corrida, lote, certificado, produção e cliente. Traduzir
cast number / heat number número da corrida Identificação da corrida de fundição usada no certificado e na rastreabilidade. Traduzir
billet tarugo Cilindro de alumínio usado como matéria-prima da prensa de extrusão. Usar ambos: tarugo (billet)
log barra longa / tarugo longo Tarugo em comprimento maior que será cortado em billets menores antes da extrusão. Depende do fornecedor
cut billet tarugo cortado Tarugo já cortado no comprimento de alimentação da prensa. Traduzir
billet length comprimento do tarugo Medida do tarugo alimentado na prensa, ligada ao peso por ciclo e produtividade. Traduzir
billet diameter diâmetro do tarugo Diâmetro do tarugo, geralmente associado à polegada da prensa: 5, 6, 7, 8, 9 ou 10 polegadas. Traduzir
homogenized billet tarugo homogeneizado Tarugo tratado termicamente para melhorar microestrutura, extrudabilidade e acabamento. Traduzir
grain size tamanho de grão Característica metalúrgica que afeta propriedades, acabamento e resposta ao tratamento térmico. Traduzir
microstructure microestrutura Estrutura interna do metal observada por metalografia. Traduzir
segregation segregação Concentração irregular de elementos, podendo prejudicar extrusão e qualidade. Traduzir
scrap sucata Material de alumínio reaproveitado em refusão; deve ser separado por liga e contaminação. Traduzir
process scrap sucata de processo Sucata gerada internamente na extrusão, como pontas, refugos, serras e perdas. Traduzir
remelt refusão / metal para refusão Processo ou material destinado a voltar ao forno para produzir novo metal. Usar conforme contexto

II. Prensa e equipamentos da linha

Termos de equipamentos que aparecem em manuais de prensa, catálogos internacionais, propostas de linha completa e manutenção.

English Português técnico no Brasil Sentido prático na extrusão Uso recomendado
extrusion press prensa de extrusão Equipamento principal que empurra o tarugo aquecido através da matriz. Traduzir
direct extrusion press prensa de extrusão direta Configuração em que o tarugo se desloca contra a matriz; é a mais comum em perfis. Traduzir
indirect extrusion press prensa de extrusão indireta Configuração em que a matriz se move em direção ao tarugo, reduzindo atrito relativo. Traduzir
main cylinder cilindro principal Cilindro hidráulico principal responsável pela força de extrusão. Traduzir
side cylinder cilindro lateral Cilindros auxiliares usados em movimentações da prensa. Traduzir
ram êmbolo / ram Parte que transmite a força ao dummy block e ao tarugo. No Brasil, ram também é usado. Usar ambos
stem haste / stem Conjunto ligado ao ram que empurra o dummy block. Usar ambos em manutenção
dummy block disco de pressão / dummy block Peça entre stem e tarugo, responsável por transmitir pressão e vedar no container. Usar ambos
container container / recipiente Câmara aquecida onde o tarugo fica confinado durante a extrusão. Normalmente fica em inglês
container liner camisa do container Revestimento interno do container sujeito a desgaste. Traduzir
press platen placa da prensa / platen Placa estrutural que apoia conjuntos de matriz e ferramental. Usar ambos
tie rod tirante Elemento estrutural que mantém o alinhamento e suporta esforços da prensa. Traduzir
hydraulic power unit unidade hidráulica Sistema de bombas, reservatório, válvulas e controle de pressão/fluxo. Traduzir
servo motor servomotor Motor com controle preciso de velocidade/torque, usado em linhas modernas para eficiência. Traduzir
billet furnace forno de tarugos Forno que aquece o tarugo antes da extrusão. Traduzir
hot log shear tesoura a quente Equipamento que corta o tarugo aquecido no comprimento de extrusão. Traduzir
billet loader alimentador de tarugos Sistema que posiciona e alimenta o tarugo na prensa. Traduzir
runout table mesa de saída Mesa onde o perfil sai da prensa antes do puxador e resfriamento. Traduzir
puller puxador / puller Equipamento que traciona e guia o perfil na saída da prensa. Usar ambos
double puller puxador duplo Sistema com dois puxadores para reduzir tempo morto e melhorar produtividade. Traduzir
triple puller puxador triplo Sistema com três cabeças, comum em linhas de maior produtividade. Traduzir
cold bed mesa/cama de resfriamento Área onde perfis são transferidos, resfriados e organizados antes da esticadeira. Traduzir
stretcher esticadeira Equipamento que estica o perfil para corrigir empeno e aliviar tensões. Traduzir
finish saw serra de acabamento Serra usada para cortar perfis no comprimento comercial. Traduzir
aging oven forno de envelhecimento Forno para envelhecimento artificial e obtenção da têmpera final. Traduzir
die oven forno de matriz Forno para aquecer matriz antes da produção. Traduzir

III. Matriz, ferramental e projeto do perfil

Vocabulário usado em ferramentaria, compra de matrizes, manutenção de ferramental e desenvolvimento de perfis.

English Português técnico no Brasil Sentido prático na extrusão Uso recomendado
die matriz Ferramenta que dá forma ao perfil extrudado. Usar ambos: matriz (die)
extrusion die matriz de extrusão Matriz projetada especificamente para extrusão de alumínio. Traduzir
solid die matriz sólida Matriz para perfil sem cavidade interna fechada. Traduzir
hollow die matriz tubular / matriz para perfil oco Matriz usada para perfis ocos com câmara de solda. Traduzir
semi-hollow die matriz semioca Matriz para perfil com abertura estreita que se comporta parcialmente como perfil oco. Traduzir
porthole die matriz porthole / matriz de ponte Matriz para perfis ocos em que o metal se divide e se ressolda na câmara. Usar ambos
bridge die matriz de ponte Tipo de matriz para perfil oco, semelhante ao conceito de porthole. Traduzir
mandrel mandril Parte da matriz que forma a cavidade interna do perfil. Traduzir
die bearing bearing / terra da matriz Região calibrada que controla fluxo, espessura e velocidade do metal. Usar ambos
bearing length comprimento do bearing Comprimento da terra de calibração, ajustado para balancear saída do perfil. Usar ambos
die correction correção de matriz Ajuste feito na matriz para corrigir fluxo, dimensão, torção ou defeito. Traduzir
die trial teste de matriz Primeira produção ou ensaio para validar a matriz. Traduzir
die life vida útil da matriz Quantidade de produção que a matriz suporta antes de reforma ou descarte. Traduzir
die stack conjunto de ferramental Conjunto formado por matriz, backer, bolster e suportes. Traduzir
backer backer / contra-matriz Peça de apoio imediatamente atrás da matriz. Usar ambos
bolster bolster / suporte Peça robusta de apoio do conjunto de matriz. Usar ambos
sub-bolster sub-bolster Apoio adicional usado no conjunto de ferramental. Manter em inglês
feeder plate placa alimentadora Placa que ajuda a distribuir o fluxo de metal para a matriz. Traduzir
welding chamber câmara de solda Região da matriz oca onde o metal se une novamente após passar pelos ports. Traduzir
ports janelas / ports Aberturas por onde o metal passa em matriz porthole. Usar ambos
profile perfil Produto extrudado com seção transversal constante. Traduzir
hollow profile perfil oco Perfil com cavidade interna fechada. Traduzir
solid profile perfil sólido Perfil sem cavidade interna fechada. Traduzir
wall thickness espessura de parede Espessura do perfil, crítica para peso, resistência e extrudabilidade. Traduzir
cross section seção transversal Forma do perfil vista no corte perpendicular ao comprimento. Traduzir
tolerance tolerância Limite permitido de variação dimensional ou geométrica. Traduzir

IV. Processo, parâmetros e produtividade

Termos do dia a dia da produção, usados para ajustar velocidade, temperatura, pressão, rendimento e estabilidade da linha.

English Português técnico no Brasil Sentido prático na extrusão Uso recomendado
extrusion extrusão Processo de forçar o alumínio aquecido através da matriz para formar o perfil. Traduzir
extrudability extrudabilidade Facilidade com que uma liga ou perfil pode ser extrudado com qualidade e produtividade. Traduzir
extrusion ratio relação de extrusão Relação entre área do tarugo e área total da seção do perfil. Traduzir
ram speed velocidade do ram Velocidade de avanço do ram durante a extrusão. Usar ambos
exit speed velocidade de saída Velocidade do perfil ao sair da matriz. Traduzir
metal flow fluxo de metal Forma como o alumínio se desloca dentro do container e matriz. Traduzir
flow balance balanceamento de fluxo Ajuste para diferentes regiões do perfil saírem na mesma velocidade. Traduzir
breakthrough pressure pressão de abertura / pressão inicial Pico de pressão necessário para iniciar o fluxo do metal pela matriz. Traduzir
extrusion pressure pressão de extrusão Pressão necessária para manter o metal fluindo pela matriz. Traduzir
billet temperature temperatura do tarugo Temperatura do tarugo antes de entrar na prensa. Traduzir
container temperature temperatura do container Temperatura da câmara que envolve o tarugo. Traduzir
die temperature temperatura da matriz Temperatura da matriz antes e durante a produção. Traduzir
exit temperature temperatura de saída Temperatura do perfil na saída da matriz. Traduzir
isothermal extrusion extrusão isotérmica Controle para manter temperatura de saída mais constante durante o ciclo. Traduzir
cycle time tempo de ciclo Tempo total para uma prensada, incluindo carga, extrusão, descarte e preparação. Traduzir
dead cycle time tempo morto Tempo sem extrusão efetiva, como troca de tarugo ou movimentações auxiliares. Traduzir
butt talão / resto de tarugo Parte final do tarugo não extrudada, removida no fim do ciclo. Usar ambos
butt shear tesoura de talão Sistema que corta/remove o talão ao final da extrusão. Traduzir
discard descarte Parte removida por qualidade, contaminação, talão ou ajuste de processo. Traduzir
recovery rendimento / recuperação Percentual aproveitado em relação ao metal carregado. Traduzir conforme contexto
scrap rate índice de sucata Percentual de material perdido ou refugado no processo. Traduzir
productivity produtividade Produção por hora, turno ou linha, considerando ritmo e disponibilidade. Traduzir
downtime parada / tempo parado Tempo em que a linha não produz por manutenção, troca ou falha. Traduzir
changeover troca de ferramenta / setup Troca de matriz, liga, perfil ou condição de produção. Traduzir

V. Têmpera, resfriamento e propriedades mecânicas

Termos ligados ao controle metalúrgico depois da saída da matriz.

English Português técnico no Brasil Sentido prático na extrusão Uso recomendado
quench resfriamento rápido / quench Resfriamento controlado na saída da prensa para permitir têmpera em ligas tratáveis. Usar ambos
air quench resfriamento com ar Quench por ar forçado, usado conforme liga, espessura e propriedades desejadas. Traduzir
water quench resfriamento com água Quench com água, névoa ou spray para resfriamento mais intenso. Traduzir
mist quench resfriamento por névoa Sistema intermediário entre ar e água. Traduzir
solution heat treatment solubilização Tratamento térmico para dissolver fases antes do envelhecimento. Traduzir
aging / ageing envelhecimento Tratamento que aumenta propriedades mecânicas por precipitação. Traduzir
artificial aging envelhecimento artificial Envelhecimento em forno, com tempo e temperatura controlados. Traduzir
natural aging envelhecimento natural Envelhecimento à temperatura ambiente após solubilização/resfriamento. Traduzir
temper têmpera / condição metalúrgica Estado metalúrgico do material, como T4, T5 ou T6. Usar conforme contexto
T5 temper têmpera T5 Resfriado a partir da extrusão e envelhecido artificialmente. Traduzir
T6 temper têmpera T6 Solubilizado, resfriado e envelhecido artificialmente. Traduzir
hardness dureza Propriedade medida, por exemplo, em Webster, Brinell ou Rockwell. Traduzir
tensile strength resistência à tração Tensão máxima suportada em ensaio de tração. Traduzir
yield strength limite de escoamento Tensão a partir da qual ocorre deformação plástica significativa. Traduzir
elongation alongamento Percentual de deformação antes da ruptura no ensaio de tração. Traduzir
mechanical properties propriedades mecânicas Conjunto de dureza, resistência, escoamento, alongamento e outros requisitos. Traduzir

VI. Acabamento superficial e proteção

Termos comuns em anodização, pintura, preparação de superfície e aparência.

English Português técnico no Brasil Sentido prático na extrusão Uso recomendado
surface treatment tratamento de superfície Processo aplicado para modificar proteção, aparência ou aderência. Traduzir
surface finish acabamento superficial Aspecto final da superfície do perfil. Traduzir
anodizing / anodising anodização Processo eletroquímico que forma camada de óxido protetiva e decorativa. Traduzir
powder coating pintura eletrostática a pó Aplicação de tinta em pó com cura em estufa. Traduzir
liquid painting pintura líquida Pintura por tinta líquida, menos usada que pó em muitos perfis arquitetônicos. Traduzir
pretreatment pré-tratamento Etapas de limpeza e conversão antes de pintura ou anodização. Traduzir
etching fosqueamento / ataque alcalino Ataque químico usado antes da anodização para uniformizar aparência. Traduzir conforme processo
degreasing desengraxe Remoção de óleo e sujeira antes do acabamento. Traduzir
conversion coating camada de conversão Camada química para aderência e proteção antes da pintura. Traduzir
coating thickness espessura da camada Espessura da anodização ou pintura, medida para controle de qualidade. Traduzir
adhesion aderência Capacidade da pintura ou camada permanecer ligada ao metal. Traduzir
gloss brilho Medida visual/refletiva da superfície pintada ou acabada. Traduzir
color variation variação de cor Diferença perceptível de tonalidade entre lotes ou peças. Traduzir

VII. Qualidade, inspeção e defeitos

Termos usados em liberação de produto, análise de causa, reclamação de cliente e padrões de inspeção.

English Português técnico no Brasil Sentido prático na extrusão Uso recomendado
inspection inspeção Verificação de dimensão, aparência, propriedades e documentação. Traduzir
quality control controle de qualidade Sistema de ensaios, inspeções e critérios de aceitação. Traduzir
acceptance criteria critério de aceitação Condição mínima para liberar produto ou lote. Traduzir
nonconformity não conformidade Desvio em relação ao especificado. Traduzir
root cause causa raiz Causa fundamental de um defeito ou falha de processo. Traduzir
corrective action ação corretiva Ação para eliminar causa de não conformidade. Traduzir
dimensional tolerance tolerância dimensional Variação permitida nas medidas do perfil. Traduzir
straightness retilineidade Condição de o perfil permanecer reto ao longo do comprimento. Traduzir
twist torção Giro da seção do perfil ao longo do comprimento. Traduzir
flatness planicidade Controle de superfície ou aba plana. Traduzir
bow arqueamento Curvatura longitudinal do perfil. Traduzir
scratch risco Marca linear causada por contato, atrito ou manuseio. Traduzir
die line linha de matriz Marca longitudinal causada por condição da matriz/bearing. Traduzir
pickup pickup / arraste de metal Defeito por aderência de partículas na matriz ou perfil, gerando marcas. Usar ambos
streak faixa / estria Variação visual longitudinal de brilho, cor ou textura. Traduzir
blister bolha Elevação superficial causada por gás, contaminação ou condição térmica. Traduzir
crack trinca Ruptura no metal, podendo ocorrer por temperatura, liga, geometria ou excesso de deformação. Traduzir
tearing rasgamento Falha por fluxo inadequado ou condição severa de extrusão. Traduzir
orange peel casca de laranja Textura superficial irregular, associada a grão ou deformação. Traduzir
weld line linha de solda Linha formada em perfis ocos onde os fluxos de metal se unem. Traduzir
seam linha de união Região de união de fluxo em perfil oco; em alguns documentos aparece como seam. Traduzir com cuidado
surface defect defeito superficial Qualquer desvio de aparência na superfície do perfil. Traduzir

VIII. Manutenção, segurança e documentação

Vocabulário usado em manutenção de prensa, segurança operacional, pedidos técnicos e documentos de fornecedor.

English Português técnico no Brasil Sentido prático na extrusão Uso recomendado
preventive maintenance manutenção preventiva Manutenção programada para reduzir falhas e paradas. Traduzir
predictive maintenance manutenção preditiva Monitoramento de condição para prever falhas. Traduzir
alignment alinhamento Condição crítica entre ram, container, matriz e estrutura da prensa. Traduzir
wear desgaste Perda gradual de material em peças como liner, dummy block, matriz e guias. Traduzir
lubrication lubrificação Aplicação de lubrificante para reduzir atrito e desgaste. Traduzir
hydraulic leak vazamento hidráulico Perda de óleo em mangueiras, conexões, cilindros ou válvulas. Traduzir
seal vedação / selo Componente usado para impedir vazamento. Traduzir
pressure transducer transdutor de pressão Sensor que mede pressão hidráulica ou de processo. Traduzir
temperature sensor sensor de temperatura Sensor usado em forno, container, matriz ou perfil. Traduzir
PLC CLP / PLC Controlador lógico programável. No Brasil, CLP é comum; em manuais, PLC. Usar ambos
HMI IHM / HMI Interface homem-máquina. Em manuais internacionais aparece HMI. Usar ambos
lockout/tagout bloqueio e etiquetagem / LOTO Procedimento de segurança para isolar energias antes de manutenção. Usar ambos
safety guard proteção de segurança Barreira física ou dispositivo que reduz risco de acidente. Traduzir
interlock intertravamento Sistema que impede operação insegura se uma condição não for atendida. Traduzir
technical specification especificação técnica Documento com requisitos de equipamento, processo ou produto. Traduzir
quotation cotação / proposta comercial Documento comercial do fornecedor com preço e escopo. Traduzir
purchase order pedido de compra Documento formal de compra. Traduzir
certificate of analysis certificado de análise Documento com composição química e/ou propriedades do lote. Traduzir
mill test certificate certificado de qualidade / certificado de usina Documento de rastreabilidade e resultados do material. Usar conforme fornecedor

IX. Glossário brasileiro ABAL aplicado à extrusão

Esta seção complementa o glossário inglês-português com termos brasileiros encontrados no material de extrusão da ABAL. A redação abaixo foi adaptada em linguagem própria para uso no Guia do Alumínio, preservando a nomenclatura técnica brasileira.

Como usar esta seção Quando o público for brasileiro, priorize o termo em português técnico. Quando o texto envolver fornecedor internacional, acrescente o equivalente em inglês na primeira menção.
Português técnico ABAL/Brasil English Aplicação prática Família
abaulamento bowing Curvatura entre bordas e centro de barra, perfil ou peça extrudada. Defeito geométrico
acabamento finishing Característica final da superfície do produto. Superfície
acabamento acetinado mat finish Acabamento fosco de textura fina, comum em perfis decorativos. Superfície
acabamento brilhante bright finish Acabamento com maior refletividade obtido por ação química, física ou polimento. Superfície
acabamento comum mill finish Acabamento natural de extrusão, sem tratamento superficial posterior. Superfície
acabamento escovado brushed finish Acabamento por abrasão com escovas ou processo equivalente. Superfície
acabamento espelhado polished finish Acabamento de alta refletividade obtido por polimento mecânico. Superfície
acionamento hidráulico hydraulic action Sistema de acionamento por óleo pressurizado, típico em prensas de extrusão. Equipamento
acionamento pneumático pneumatic action Sistema de acionamento por ar comprimido em válvulas, cilindros e dispositivos auxiliares. Equipamento
acumulador de tempos time record Registro do tempo de trabalho sob pressão para análise do ciclo de extrusão. Produtividade
acumulador hidráulico hydraulic accumulator Reservatório pressurizado que armazena energia hidráulica para demandas intermitentes. Equipamento
alclad alclad Produto com núcleo de liga e revestimento de alumínio ou liga resistente à corrosão. Produto
alívio back taper / relief Inclinação próxima ao talão da matriz para facilitar fluxo e saída do perfil. Matriz
alívio de tensões stress relief Tratamento térmico para reduzir tensões internas sem alterar excessivamente o grão. Tratamento térmico
alongamento elongation Deformação linear medida em ensaio de tração. Propriedade mecânica
alumínio comercialmente puro commercially pure aluminium Liga do grupo 1xxx, com teor mínimo de alumínio normalmente acima de 99%. Liga
alumínio primário primary aluminium Metal obtido diretamente do processo primário, antes de reciclagem por refusão. Metal
alumínio secundário secondary aluminium Metal obtido por recuperação/refusão de sucata. Metal
análise química chemical analysis Determinação dos teores dos elementos que compõem a liga. Qualidade
angularidade angularity Desvio em relação ao ângulo especificado na seção transversal do perfil. Tolerância
anodização anodizing Processo eletrolítico que forma camada controlada de óxido de alumínio. Acabamento
anodização brilhante bright anodizing Anodização preparada para manter ou elevar brilho da superfície. Acabamento
anodização colorida eletrolítica electrolytic colouring Coloração por deposição em poros da camada anódica. Acabamento
anodização por corantes dye colouring Coloração da camada anódica por imersão em corantes. Acabamento
barra bar Produto sólido de seção uniforme ao longo do comprimento. Produto
barra condutora bus bar / conductor bar Barra ou perfil usado como condutor elétrico. Produto
brasagem brazing União por metal de adição com temperatura inferior à fusão do metal base. Processo adicional
calibração sizing / calibration Ajuste de dimensão em processo posterior ou por condição de ferramenta. Processo
carregador de tarugos billet loader Dispositivo que transporta e posiciona tarugos para alimentação da prensa. Equipamento
chapeamento / revestimento cladding Aplicação metalúrgica de camada sobre núcleo de alumínio ou liga. Produto
chapéu cap Condição ou geometria junto ao talão da matriz, conforme uso de ferramentaria. Matriz
ciclo de extrusão extrusion cycle Tempo total de uma prensada, do fim de um tarugo ao fim do próximo. Produtividade
condutibilidade elétrica electrical conductivity Capacidade de condução elétrica do alumínio ou da liga. Propriedade física
corrosão galvânica galvanic corrosion Corrosão causada pelo contato de metais diferentes na presença de eletrólito. Corrosão
corrosão por mancha d’água water stain / crevice corrosion Mancha/corrosão provocada por umidade retida entre superfícies. Corrosão
curvatura de perfil e tubo profile and tube bow Curvatura longitudinal de perfis e tubos extrudados. Defeito geométrico
DCC – diâmetro do círculo circunscrito circumscribed circle diameter / CCD Diâmetro do menor círculo capaz de envolver totalmente a seção do perfil. Projeto do perfil
defeito de fundo back end defect Defeito relacionado ao fim da extrusão ou região posterior do tarugo. Defeito
descarte do perfil back end defect / profile discard Porção de perfil separada por defeito ou condição de fim de extrusão. Perda
descarte do tarugo / talão butt Parte final do tarugo não extrudada para evitar arraste de óxidos e impurezas. Perda
descoloração de óxido oxide discoloration Alteração de cor superficial causada por oxidação. Defeito superficial
desempenamento straightening / flattening Correção de deformação longitudinal em produto extrudado ou trefilado. Processo
desengraxe degreasing Limpeza química para remover óleos, graxas e resíduos da superfície. Acabamento
destorção untwisting Correção de torção em perfis após extrusão. Processo
difusão diffusion Movimento de átomos no material, importante em tratamentos térmicos e revestimentos. Metalurgia
efeito de extrusão extrusion effect Alteração de propriedades ou estrutura causada pelo processo de extrusão. Metalurgia
eficiência da prensa press efficiency Relação entre tempo produtivo, perdas, paradas e produção útil. Produtividade
empurrador ram / stem Componente que transmite força ao tarugo durante a extrusão. Equipamento
encosto backer / support Elemento de apoio do conjunto de matriz. Ferramental
envelhecimento artificial artificial aging Tratamento em forno para desenvolver propriedades por precipitação. Tratamento térmico
envelhecimento natural natural aging Aumento de propriedades à temperatura ambiente após solubilização/resfriamento. Tratamento térmico
envelhecimento progressivo progressive aging Ciclo em que a temperatura varia progressivamente durante o tratamento. Tratamento térmico
estanqueidade watertightness / sealing performance Capacidade de impedir passagem de água ou ar em sistemas montados. Aplicação
esticadeira stretcher Equipamento que corrige torção e alonga o perfil para aliviar tensões. Equipamento
extrudado extruded product Produto obtido pelo processo de extrusão. Produto
extrusão extrusion Redução do tarugo por passagem forçada através da matriz. Processo
extrusão direta direct extrusion Processo em que o tarugo é empurrado contra matriz estacionária. Processo
extrusão indireta indirect extrusion Processo em que a matriz se desloca em relação ao tarugo. Processo
face da matriz die face Superfície da matriz voltada para o tarugo. Matriz
fator constante de prensa constant press factor Referência de cálculo ligada ao volume/peso teórico do recipiente cheio de alumínio. Cálculo de processo
fator de transformação extrusion ratio Relação de extrusão; compara área do tarugo com área extrudada. Cálculo de processo
fieira wire drawing die Matriz usada em trefilação. Processo adicional
força de extrusão extrusion force Força necessária para extrudar o tarugo através da matriz. Processo
forno de tarugos billet furnace Forno utilizado para aquecer tarugos à temperatura de extrusão. Equipamento
furo da matriz die opening / die hole Abertura da matriz que define a seção do perfil. Matriz
início de extrusão breakthrough Momento em que o metal começa a sair pela matriz. Processo
intervalo DCC/recipiente CCD/container interval Relação entre o DCC do perfil e o diâmetro/recipiente disponível. Projeto do perfil
linhas de matriz die lines Marcas longitudinais relacionadas ao talão/bearing, rugosidade ou sujeira na matriz. Defeito superficial
lingote de extrusão extrusion ingot / billet Metal fundido em formato adequado para extrusão. Matéria-prima
lote lot / batch Conjunto produzido sob mesmas condições de liga, têmpera e especificação. Qualidade
mandril mandrel Elemento que forma cavidades internas em tubos ou perfis ocos. Ferramental
mandril flutuante floating mandrel Mandril usado em trefilação ou extrusão tubular com autoalinhamento. Ferramental
matriz aberta open die / solid die Matriz usada para perfis sólidos ou sem cavidade fechada. Matriz
matriz fechada hollow die Matriz usada para perfil tubular/oco. Matriz
nitretação nitriding Tratamento superficial aplicado à matriz para aumentar dureza e vida útil. Ferramental
porta-matriz die holder Componente que aloja e posiciona o conjunto de matriz. Ferramental
recipiente container Câmara da prensa onde o tarugo é alojado durante a extrusão. Equipamento
relação de extrusão extrusion ratio Razão entre área do tarugo e área do perfil extrudado. Cálculo de processo
retificador die corrector Profissional ou recurso de correção de matriz para ajustar fluxo e dimensões. Ferramentaria
talão da matriz die bearing Região calibrada da matriz que controla o fluxo e dimensões do perfil. Matriz
têmpera temper Condição metalúrgica do produto, como T5, T6, H etc. Metalurgia
trefilação drawing Processo de redução por tração através de fieira. Processo adicional

X. Termos que normalmente permanecem em inglês

Alguns termos aparecem tão frequentemente em catálogos, softwares, desenhos, manutenção e fornecedores internacionais que a tradução isolada pode atrapalhar a comunicação. No Guia do Alumínio, a recomendação é manter os dois na primeira menção.

English Português técnico no Brasil Sentido prático na extrusão Uso recomendado
billet tarugo Termo inglês muito comum em proposta de prensa, forno e linha completa. Usar ambos
die matriz Quase sempre aparece em compra de ferramental e documentos internacionais. Usar ambos
container container / recipiente Na fábrica, container é amplamente entendido. Manter inglês
dummy block disco de pressão / dummy block Peça crítica da prensa; em manutenção o inglês aparece bastante. Usar ambos
puller puxador / puller Muito usado em proposta técnica de linha de extrusão. Usar ambos
quench resfriamento rápido / quench Termo comum para sistema de resfriamento na saída da prensa. Usar ambos
backer contra-matriz / backer Termo de ferramentaria usado em conjunto de matriz. Usar ambos
bolster suporte / bolster Termo de ferramental; a tradução depende do desenho do conjunto. Usar ambos
bearing terra da matriz / bearing Na correção de matriz, bearing é muito usado. Usar ambos
pickup pickup / arraste de metal Defeito superficial conhecido no setor também pelo termo em inglês. Usar ambos
PLC CLP / PLC CLP é português técnico; PLC aparece em manuais. Usar ambos
HMI IHM / HMI IHM é português técnico; HMI aparece em manuais. Usar ambos

XI. Padrão editorial recomendado para o Guia do Alumínio

Para manter clareza e autoridade técnica, o Guia do Alumínio deve usar português técnico brasileiro como termo principal e preservar o inglês quando ele for essencial para leitura de manuais, propostas e desenhos internacionais.

English Português técnico no Brasil Sentido prático na extrusão Uso recomendado
First mention primeira menção Na primeira vez que o termo aparecer, usar português + inglês entre parênteses. Ex.: tarugo (billet)
Article body corpo do artigo Depois da primeira menção, usar o termo mais natural para o público. Português para público geral
Technical proposal proposta técnica Manter inglês junto quando o fornecedor internacional usa o termo no escopo. Usar ambos
Factory training treinamento de fábrica Usar português falado no Brasil e mencionar o inglês comum no equipamento. Prático e direto
Maintenance manual manual de manutenção Preservar siglas e termos do painel, CLP/PLC, IHM/HMI e componentes do fabricante. Usar ambos
Quality report relatório de qualidade Traduzir defeitos e colocar o inglês se o cliente ou norma usar a nomenclatura internacional. Português + inglês

XII. Termos com tradução literal perigosa

Algumas traduções literais parecem corretas, mas podem confundir na prática. Nestes casos, o melhor é usar o termo técnico brasileiro e explicar o inglês quando necessário.

English Português técnico no Brasil Sentido prático na extrusão Uso recomendado
butt talão / resto de tarugo Não traduzir como ‘bunda’. Em extrusão é o resto final do tarugo. Usar talão
die matriz Não traduzir como ‘dado’. Em extrusão, die é matriz. Usar matriz
bearing terra da matriz / bearing Não traduzir como rolamento quando o contexto for matriz. Ver contexto
container container da prensa Não confundir com contêiner de transporte. Manter container
seam linha de união / linha de solda Não usar ‘costura’ em material técnico final sem explicar. Traduzir tecnicamente
aging envelhecimento Não significa envelhecimento ruim; é tratamento térmico controlado. Traduzir
temper têmpera / condição metalúrgica Não traduzir como temperamento. É estado metalúrgico. Traduzir
pickup pickup / arraste de metal Não confundir com veículo. É defeito/aderência de metal. Usar ambos
press prensa Não traduzir como imprensa. Em extrusão é equipamento. Traduzir
log tarugo longo / barra Não traduzir como tora em contexto de alumínio. Traduzir pelo contexto

XIII. Índice alfabético inglês-português

Consulta rápida dos termos deste e-book, em ordem alfabética pelo termo em inglês.

English Português técnico Tema
acceptance criteria critério de aceitação Qualidade, inspeção e defeitos
adhesion aderência Acabamento superficial e proteção
aging / ageing envelhecimento Têmpera, resfriamento e propriedades mecânicas
aging oven forno de envelhecimento Prensa e equipamentos da linha
air quench resfriamento com ar Têmpera, resfriamento e propriedades mecânicas
alclad alclad ABAL/Brasil – Produto
alignment alinhamento Manutenção, segurança e documentação
alloying element elemento de liga Matéria-prima, ligas e metal
aluminium / aluminum alumínio Matéria-prima, ligas e metal
aluminium alloy liga de alumínio Matéria-prima, ligas e metal
angularity angularidade ABAL/Brasil – Tolerância
anodizing anodização ABAL/Brasil – Acabamento
anodizing / anodising anodização Acabamento superficial e proteção
artificial aging envelhecimento artificial Têmpera, resfriamento e propriedades mecânicas
artificial aging envelhecimento artificial ABAL/Brasil – Tratamento térmico
back end defect defeito de fundo ABAL/Brasil – Defeito
back end defect / profile discard descarte do perfil ABAL/Brasil – Perda
back taper / relief alívio ABAL/Brasil – Matriz
backer backer / contra-matriz Matriz, ferramental e projeto do perfil
backer / support encosto ABAL/Brasil – Ferramental
bar barra ABAL/Brasil – Produto
bearing length comprimento do bearing Matriz, ferramental e projeto do perfil
billet tarugo Matéria-prima, ligas e metal
billet diameter diâmetro do tarugo Matéria-prima, ligas e metal
billet furnace forno de tarugos Prensa e equipamentos da linha
billet furnace forno de tarugos ABAL/Brasil – Equipamento
billet length comprimento do tarugo Matéria-prima, ligas e metal
billet loader alimentador de tarugos Prensa e equipamentos da linha
billet loader carregador de tarugos ABAL/Brasil – Equipamento
billet temperature temperatura do tarugo Processo, parâmetros e produtividade
blister bolha Qualidade, inspeção e defeitos
bolster bolster / suporte Matriz, ferramental e projeto do perfil
bow arqueamento Qualidade, inspeção e defeitos
bowing abaulamento ABAL/Brasil – Defeito geométrico
brazing brasagem ABAL/Brasil – Processo adicional
breakthrough início de extrusão ABAL/Brasil – Processo
breakthrough pressure pressão de abertura / pressão inicial Processo, parâmetros e produtividade
bridge die matriz de ponte Matriz, ferramental e projeto do perfil
bright anodizing anodização brilhante ABAL/Brasil – Acabamento
bright finish acabamento brilhante ABAL/Brasil – Superfície
brushed finish acabamento escovado ABAL/Brasil – Superfície
bus bar / conductor bar barra condutora ABAL/Brasil – Produto
butt talão / resto de tarugo Processo, parâmetros e produtividade
butt descarte do tarugo / talão ABAL/Brasil – Perda
butt shear tesoura de talão Processo, parâmetros e produtividade
cap chapéu ABAL/Brasil – Matriz
cast number / heat number número da corrida Matéria-prima, ligas e metal
CCD/container interval intervalo DCC/recipiente ABAL/Brasil – Projeto do perfil
certificate of analysis certificado de análise Manutenção, segurança e documentação
changeover troca de ferramenta / setup Processo, parâmetros e produtividade
chemical analysis análise química ABAL/Brasil – Qualidade
chemical composition composição química Matéria-prima, ligas e metal
circumscribed circle diameter / CCD DCC – diâmetro do círculo circunscrito ABAL/Brasil – Projeto do perfil
cladding chapeamento / revestimento ABAL/Brasil – Produto
coating thickness espessura da camada Acabamento superficial e proteção
cold bed mesa/cama de resfriamento Prensa e equipamentos da linha
color variation variação de cor Acabamento superficial e proteção
commercially pure aluminium alumínio comercialmente puro ABAL/Brasil – Liga
constant press factor fator constante de prensa ABAL/Brasil – Cálculo de processo
container container / recipiente Prensa e equipamentos da linha
container recipiente ABAL/Brasil – Equipamento
container liner camisa do container Prensa e equipamentos da linha
container temperature temperatura do container Processo, parâmetros e produtividade
conversion coating camada de conversão Acabamento superficial e proteção
corrective action ação corretiva Qualidade, inspeção e defeitos
crack trinca Qualidade, inspeção e defeitos
cross section seção transversal Matriz, ferramental e projeto do perfil
cut billet tarugo cortado Matéria-prima, ligas e metal
cycle time tempo de ciclo Processo, parâmetros e produtividade
dead cycle time tempo morto Processo, parâmetros e produtividade
degreasing desengraxe Acabamento superficial e proteção
degreasing desengraxe ABAL/Brasil – Acabamento
die matriz Matriz, ferramental e projeto do perfil
die bearing bearing / terra da matriz Matriz, ferramental e projeto do perfil
die bearing talão da matriz ABAL/Brasil – Matriz
die correction correção de matriz Matriz, ferramental e projeto do perfil
die corrector retificador ABAL/Brasil – Ferramentaria
die face face da matriz ABAL/Brasil – Matriz
die holder porta-matriz ABAL/Brasil – Ferramental
die life vida útil da matriz Matriz, ferramental e projeto do perfil
die line linha de matriz Qualidade, inspeção e defeitos
die lines linhas de matriz ABAL/Brasil – Defeito superficial
die opening / die hole furo da matriz ABAL/Brasil – Matriz
die oven forno de matriz Prensa e equipamentos da linha
die stack conjunto de ferramental Matriz, ferramental e projeto do perfil
die temperature temperatura da matriz Processo, parâmetros e produtividade
die trial teste de matriz Matriz, ferramental e projeto do perfil
diffusion difusão ABAL/Brasil – Metalurgia
dimensional tolerance tolerância dimensional Qualidade, inspeção e defeitos
direct extrusion extrusão direta ABAL/Brasil – Processo
direct extrusion press prensa de extrusão direta Prensa e equipamentos da linha
discard descarte Processo, parâmetros e produtividade
double puller puxador duplo Prensa e equipamentos da linha
downtime parada / tempo parado Processo, parâmetros e produtividade
drawing trefilação ABAL/Brasil – Processo adicional
dummy block disco de pressão / dummy block Prensa e equipamentos da linha
dye colouring anodização por corantes ABAL/Brasil – Acabamento
electrical conductivity condutibilidade elétrica ABAL/Brasil – Propriedade física
electrolytic colouring anodização colorida eletrolítica ABAL/Brasil – Acabamento
elongation alongamento Têmpera, resfriamento e propriedades mecânicas
elongation alongamento ABAL/Brasil – Propriedade mecânica
etching fosqueamento / ataque alcalino Acabamento superficial e proteção
exit speed velocidade de saída Processo, parâmetros e produtividade
exit temperature temperatura de saída Processo, parâmetros e produtividade
extrudability extrudabilidade Processo, parâmetros e produtividade
extruded product extrudado ABAL/Brasil – Produto
extrusion extrusão Processo, parâmetros e produtividade
extrusion extrusão ABAL/Brasil – Processo
extrusion cycle ciclo de extrusão ABAL/Brasil – Produtividade
extrusion die matriz de extrusão Matriz, ferramental e projeto do perfil
extrusion effect efeito de extrusão ABAL/Brasil – Metalurgia
extrusion force força de extrusão ABAL/Brasil – Processo
extrusion ingot / billet lingote de extrusão ABAL/Brasil – Matéria-prima
extrusion press prensa de extrusão Prensa e equipamentos da linha
extrusion pressure pressão de extrusão Processo, parâmetros e produtividade
extrusion ratio relação de extrusão Processo, parâmetros e produtividade
extrusion ratio fator de transformação ABAL/Brasil – Cálculo de processo
extrusion ratio relação de extrusão ABAL/Brasil – Cálculo de processo
feeder plate placa alimentadora Matriz, ferramental e projeto do perfil
finish saw serra de acabamento Prensa e equipamentos da linha
finishing acabamento ABAL/Brasil – Superfície
flatness planicidade Qualidade, inspeção e defeitos
floating mandrel mandril flutuante ABAL/Brasil – Ferramental
flow balance balanceamento de fluxo Processo, parâmetros e produtividade
galvanic corrosion corrosão galvânica ABAL/Brasil – Corrosão
gloss brilho Acabamento superficial e proteção
grain size tamanho de grão Matéria-prima, ligas e metal
hardness dureza Têmpera, resfriamento e propriedades mecânicas
HMI IHM / HMI Manutenção, segurança e documentação
hollow die matriz tubular / matriz para perfil oco Matriz, ferramental e projeto do perfil
hollow die matriz fechada ABAL/Brasil – Matriz
hollow profile perfil oco Matriz, ferramental e projeto do perfil
homogenized billet tarugo homogeneizado Matéria-prima, ligas e metal
hot log shear tesoura a quente Prensa e equipamentos da linha
hydraulic accumulator acumulador hidráulico ABAL/Brasil – Equipamento
hydraulic action acionamento hidráulico ABAL/Brasil – Equipamento
hydraulic leak vazamento hidráulico Manutenção, segurança e documentação
hydraulic power unit unidade hidráulica Prensa e equipamentos da linha
impurity impureza Matéria-prima, ligas e metal
indirect extrusion extrusão indireta ABAL/Brasil – Processo
indirect extrusion press prensa de extrusão indireta Prensa e equipamentos da linha
inspection inspeção Qualidade, inspeção e defeitos
interlock intertravamento Manutenção, segurança e documentação
isothermal extrusion extrusão isotérmica Processo, parâmetros e produtividade
liquid painting pintura líquida Acabamento superficial e proteção
lockout/tagout bloqueio e etiquetagem / LOTO Manutenção, segurança e documentação
log barra longa / tarugo longo Matéria-prima, ligas e metal
lot / batch lote ABAL/Brasil – Qualidade
lubrication lubrificação Manutenção, segurança e documentação
main cylinder cilindro principal Prensa e equipamentos da linha
mandrel mandril Matriz, ferramental e projeto do perfil
mandrel mandril ABAL/Brasil – Ferramental
mat finish acabamento acetinado ABAL/Brasil – Superfície
mechanical properties propriedades mecânicas Têmpera, resfriamento e propriedades mecânicas
metal flow fluxo de metal Processo, parâmetros e produtividade
microstructure microestrutura Matéria-prima, ligas e metal
mill finish acabamento comum ABAL/Brasil – Superfície
mill test certificate certificado de qualidade / certificado de usina Manutenção, segurança e documentação
mist quench resfriamento por névoa Têmpera, resfriamento e propriedades mecânicas
natural aging envelhecimento natural Têmpera, resfriamento e propriedades mecânicas
natural aging envelhecimento natural ABAL/Brasil – Tratamento térmico
nitriding nitretação ABAL/Brasil – Ferramental
nonconformity não conformidade Qualidade, inspeção e defeitos
open die / solid die matriz aberta ABAL/Brasil – Matriz
orange peel casca de laranja Qualidade, inspeção e defeitos
oxide discoloration descoloração de óxido ABAL/Brasil – Defeito superficial
pickup pickup / arraste de metal Qualidade, inspeção e defeitos
PLC CLP / PLC Manutenção, segurança e documentação
pneumatic action acionamento pneumático ABAL/Brasil – Equipamento
polished finish acabamento espelhado ABAL/Brasil – Superfície
porthole die matriz porthole / matriz de ponte Matriz, ferramental e projeto do perfil
ports janelas / ports Matriz, ferramental e projeto do perfil
powder coating pintura eletrostática a pó Acabamento superficial e proteção
predictive maintenance manutenção preditiva Manutenção, segurança e documentação
press efficiency eficiência da prensa ABAL/Brasil – Produtividade
press platen placa da prensa / platen Prensa e equipamentos da linha
pressure transducer transdutor de pressão Manutenção, segurança e documentação
pretreatment pré-tratamento Acabamento superficial e proteção
preventive maintenance manutenção preventiva Manutenção, segurança e documentação
primary aluminium alumínio primário Matéria-prima, ligas e metal
primary aluminium alumínio primário ABAL/Brasil – Metal
process scrap sucata de processo Matéria-prima, ligas e metal
productivity produtividade Processo, parâmetros e produtividade
profile perfil Matriz, ferramental e projeto do perfil
profile and tube bow curvatura de perfil e tubo ABAL/Brasil – Defeito geométrico
progressive aging envelhecimento progressivo ABAL/Brasil – Tratamento térmico
puller puxador / puller Prensa e equipamentos da linha
purchase order pedido de compra Manutenção, segurança e documentação
quality control controle de qualidade Qualidade, inspeção e defeitos
quench resfriamento rápido / quench Têmpera, resfriamento e propriedades mecânicas
quotation cotação / proposta comercial Manutenção, segurança e documentação
ram êmbolo / ram Prensa e equipamentos da linha
ram / stem empurrador ABAL/Brasil – Equipamento
ram speed velocidade do ram Processo, parâmetros e produtividade
recovery rendimento / recuperação Processo, parâmetros e produtividade
recycled aluminium alumínio reciclado Matéria-prima, ligas e metal
remelt refusão / metal para refusão Matéria-prima, ligas e metal
root cause causa raiz Qualidade, inspeção e defeitos
runout table mesa de saída Prensa e equipamentos da linha
safety guard proteção de segurança Manutenção, segurança e documentação
scrap sucata Matéria-prima, ligas e metal
scrap rate índice de sucata Processo, parâmetros e produtividade
scratch risco Qualidade, inspeção e defeitos
seal vedação / selo Manutenção, segurança e documentação
seam linha de união Qualidade, inspeção e defeitos
secondary aluminium alumínio secundário ABAL/Brasil – Metal
segregation segregação Matéria-prima, ligas e metal
semi-hollow die matriz semioca Matriz, ferramental e projeto do perfil
servo motor servomotor Prensa e equipamentos da linha
side cylinder cilindro lateral Prensa e equipamentos da linha
sizing / calibration calibração ABAL/Brasil – Processo
solid die matriz sólida Matriz, ferramental e projeto do perfil
solid profile perfil sólido Matriz, ferramental e projeto do perfil
solution heat treatment solubilização Têmpera, resfriamento e propriedades mecânicas
stem haste / stem Prensa e equipamentos da linha
straightening / flattening desempenamento ABAL/Brasil – Processo
straightness retilineidade Qualidade, inspeção e defeitos
streak faixa / estria Qualidade, inspeção e defeitos
stress relief alívio de tensões ABAL/Brasil – Tratamento térmico
stretcher esticadeira Prensa e equipamentos da linha
stretcher esticadeira ABAL/Brasil – Equipamento
sub-bolster sub-bolster Matriz, ferramental e projeto do perfil
surface defect defeito superficial Qualidade, inspeção e defeitos
surface finish acabamento superficial Acabamento superficial e proteção
surface treatment tratamento de superfície Acabamento superficial e proteção
T5 temper têmpera T5 Têmpera, resfriamento e propriedades mecânicas
T6 temper têmpera T6 Têmpera, resfriamento e propriedades mecânicas
tearing rasgamento Qualidade, inspeção e defeitos
technical specification especificação técnica Manutenção, segurança e documentação
temper têmpera / condição metalúrgica Têmpera, resfriamento e propriedades mecânicas
temper têmpera ABAL/Brasil – Metalurgia
temperature sensor sensor de temperatura Manutenção, segurança e documentação
tensile strength resistência à tração Têmpera, resfriamento e propriedades mecânicas
tie rod tirante Prensa e equipamentos da linha
time record acumulador de tempos ABAL/Brasil – Produtividade
tolerance tolerância Matriz, ferramental e projeto do perfil
traceability rastreabilidade Matéria-prima, ligas e metal
triple puller puxador triplo Prensa e equipamentos da linha
twist torção Qualidade, inspeção e defeitos
unalloyed aluminium alumínio não ligado Matéria-prima, ligas e metal
untwisting destorção ABAL/Brasil – Processo
wall thickness espessura de parede Matriz, ferramental e projeto do perfil
water quench resfriamento com água Têmpera, resfriamento e propriedades mecânicas
water stain / crevice corrosion corrosão por mancha d’água ABAL/Brasil – Corrosão
watertightness / sealing performance estanqueidade ABAL/Brasil – Aplicação
wear desgaste Manutenção, segurança e documentação
weld line linha de solda Qualidade, inspeção e defeitos
welding chamber câmara de solda Matriz, ferramental e projeto do perfil
wire drawing die fieira ABAL/Brasil – Processo adicional
yield strength limite de escoamento Têmpera, resfriamento e propriedades mecânicas

XIV. Fontes e base técnica

Base principal incorporada ao acervo do Guia do Alumínio: GAG 001 – Terms and Definitions, 3rd Edition 2011, Global Advisory Group, 49 páginas.

Base brasileira complementar: ABAL – Conteúdos, Extrusão do Alumínio, capítulo 25 Glossário. Usado para complementar a nomenclatura brasileira de extrusão, ferramental, acabamento, defeitos, corrosão, tratamento térmico e processo.

Fonte complementar interna: artigo anterior do Guia do Alumínio sobre glossário de extrusão inglês-português e biblioteca técnica de extrusão já organizada no projeto.

Observação: as definições foram redigidas em linguagem própria e adaptadas ao uso técnico brasileiro, sem reprodução extensa de fontes protegidas.

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https://emmetals.com.br/glossario-tecnico-de-extrusao-de-aluminio/feed/ 0
Boas Práticas de Recebimento de Sucatas de Alumínio https://emmetals.com.br/boas-praticas-de-recebimento-de-sucatas-de-aluminio/ https://emmetals.com.br/boas-praticas-de-recebimento-de-sucatas-de-aluminio/#respond Thu, 09 Jul 2026 03:09:50 +0000 https://emmetals.com.br/?p=2900

I. Propósito e abrangência

Este manual estabelece boas práticas para compra, recebimento, classificação, conferência, rejeição e liquidação comercial de sucatas de alumínio destinadas a refusão, com foco em tarugos e perfis extrudados.

O objetivo é reduzir risco metalúrgico, risco fiscal, risco ambiental e perda econômica causada por mistura de ligas, excesso de umidade, contaminantes, material fora de especificação, divergência documental e propostas comerciais mal definidas.

  • Aplica-se a sucatas de origem industrial, sucatas de mercado, retornos de extrusão, pontas de tarugo, talões, cavacos, recortes, perfis pintados, perfis anodizados, embalagens e materiais mistos negociados previamente.
  • Não deve ser usado como critério único de aprovação técnica. Normas técnicas, legislação fiscal, licenças ambientais e contratos devem ser consultados em suas versões oficiais.

II. Princípios de recebimento

  • Toda sucata deve ter procedência clara, documento fiscal correto e fornecedor previamente qualificado.
  • Todo material deve ser classificado por liga, família de liga, tipo físico, acabamento superficial e nível de contaminação antes da entrega.
  • A pesagem válida para pagamento deve ser a pesagem de recebimento da planta compradora, em balança aferida.
  • Divergencias de classificação, umidade, impureza, liga ou documento fiscal devem ser registradas antes da liberação financeira.
  • Sucata radioativa, material com ascarel/PCB, explosivos, resíduos perigosos ou contaminação que coloque pessoas e forno em risco deve ser recusada.

III. Cadastro e qualificação de fornecedores

A compra recorrente de sucata deve iniciar por cadastro do fornecedor, análise documental e aprovação comercial. O cadastro precisa ser renovado periodicamente, preferencialmente a cada 12 meses, ou sempre que houver alteração societária, fiscal, ambiental ou bancária.

Documento / evidência Finalidade no controle de risco
CNPJ, inscrição estadual e dados cadastrais Confirmar existência, atividade, regime e dados para faturamento.
Contrato social, estatuto ou documento de constituição Verificar representantes, socios e poderes de assinatura.
Ficha cadastral com dados bancarios Evitar pagamento indevido e manter trilha de auditoria.
Alvara municipal e licença ambiental ou dispensa Reduzir risco de compra de origem irregular ou atividade não licenciada.
CND federal / certidão de regularidade fiscal Comprovar situacao perante RFB/PGFN na data de avaliação; validade usual de 180 dias conforme Gov.br.
Fotos do patio, armazenamento e processo de separação Avaliar capacidade de segregacao por liga e boas práticas de armazenamento.
Historico de entregas, devolucoes e não conformidades Classificar fornecedor por confiabilidade técnica e documental.

IV. Proposta comercial e pedido de compra

Toda oferta de sucata deve ser formalizada por escrito. A proposta deve indicar tipo de sucata, liga ou família, quantidade estimada, preço, perda combinada, prazo de entrega, condição de frete, local de entrega e documentos necessários.

  • Validade recomendada da proposta: 1 dia útil, quando o preço depender de mercado e composição da carga.
  • Entrega recomendada após aceite: ate 3 dias úteis, salvo aprovação expressa do comprador.
  • Excedente permitido: ate 10% sobre a quantidade negociada, desde que o material seja da mesma classificação e o comprador aceite previamente.
  • Divergencia entre proposta, nota fiscal e carga física deve bloquear ou reclassificar o recebimento antes do pagamento.
Regra de ouro comercial Perda combinada deve estar escrita na proposta ou pedido. Se a perda real for maior por impureza, mistura, umidade, pintura ou material fora da liga, a carga deve ser reclassificada, devolvida ou renegociada antes da liquidação.

V. Classificação técnica das sucatas

A classificação deve combinar tres visões: composição metalúrgica, forma física e acabamento/contaminação. Para refusão destinada a extrusão, a separação por liga e especialmente importante porque pequenos desvios podem afetar Mg, Si, Fe, Cu, Mn, Zn, Ti e outros elementos de controle.

V.1. Família de liga

Família / liga Tratamento recomendado
Serie 6000 comum Prioritaria para refusão de tarugos de extrusão, desde que separada e certificada por liga ou família controlada.
Ligas 6060, 6063, 6005, 6005A, 6061, 6082 Negociar separadamente quando houver exigencia de composição, aplicação estrutural ou risco de mistura entre ligas.
Serie 1000 Pode ser útil para ajuste de composição, mas deve ser previamente combinada e identificada.
Series 2000, 5000, 7000 e outras familias Receber apenas mediante autorização técnica prévia, pois Cu, Mg, Zn e outros elementos podem inviabilizar a corrida para perfis padrao.
Ligas especiais dentro da família 6000 Exigir acordo prévio de perda, destino metalúrgico e segregacao física.

V.2. Origem e forma física

Classe Exemplos Risco principal Condicao de aceite
Sucata interna de extrusão Ponta de perfil, descarte de esticadeira, refugos de linha Mistura entre ligas e contaminação de superficie Separada por liga, lote e acabamento.
Talao de tarugo / ponta de tarugo Restos de tarugo, talões, pedacos de tarugo Liga incorreta ou histórico desconhecido Identificacao por liga, certificado ou rastreabilidade do lote.
Cavaco / farelo Usinagem, serragem, limalha Oleos, umidade e oxidação elevada Seco, drenado, sem emulsão e com perda previamente definida.
Perfil pintado Perfis com pintura liquida ou po Perda por orgânicos, fumaça e cinzas Receber com perda especifica e controle ambiental do forno.
Perfil anodizado Perfis anodizados ou com camada superficial Variacao de rendimento e contaminação superficial Separado de pintado e sucata crua.
Sucata de mercado mista Portas, janelas, pecas diversas Mistura de ligas, inox, ferro, plastico, borracha e vidro Amostragem reforcada e perda negociada por lote.

VI. Padrões de entrega e acondicionamento

A carga deve chegar organizada para permitir descarga segura, identificação rápida e conferência confiável. O acondicionamento inadequado aumenta tempo de patio, risco de acidente e discussão comercial.

  • Entregar por liga e tipo físico, evitando mistura de perfis, cavacos, talões e sucata pintada no mesmo volume.
  • Usar big bags em boas condições, tambores sem solda e seguros para movimentacao, ou entrega a granel quando o material permitir. Sucatas prensadas ou enfardadas, estarao sujeitas a desmanche de paletes por amostragem para testes de umidade ou verificação de impurezas
  • Evitar caminhoes bau quando a descarga depender de empilhadeira, ponte rolante ou basculamento.
  • Manter material seco, sem água livre, neve química, lama, emulsão, óleo excessivo ou umidade acumulada.
  • Identificar lote, fornecedor, liga declarada, peso bruto, tara, origem e pedido de compra.

VII. Pesagem, amostragem e recebimento físico

  1. Conferir agendamento, pedido de compra, nota fiscal, XML, placa, transportador e fornecedor.
  2. Realizar pesagem bruta na balança de entrada e registrar data, hora e responsável.
  3. Inspecionar a carga antes da descarga: umidade, odor, material estranho, mistura evidente, risco radiológico/segurança e integridade da embalagem.
  4. Descarregar em area definida, mantendo separação física por lote e classe.
  5. Fazer amostragem visual e, quando necessário, análise por espectrômetro, corte, imantação e separação manual.
  6. Registrar descontos por ferro, terra, plastico, borracha, madeira, óleo, umidade, embalagem, vidro e outros não metálicos.
  7. Realizar pesagem de tara/saída e emitir notificação de recebimento com peso líquido aceito, classificação final, descontos e preço aplicável.

VII.1. Balança eleita, divergência de peso e ajuste fiscal

Para fins de recebimento de volumes, conferência física, classificação e base de liquidação comercial, fica eleita como balança de referencia a balança rodoviaria do comprador, instalada no patio de recebimento e mantida em condição regular de aferição.

  • Caso o fornecedor discorde do peso apurado no recebimento, o material ficara a sua disposição, segregado quando possível, ate que as partes definam devolucao, nova conferência ou outro procedimento formalmente aceito.
  • O comprador deverá manter atualizado o certificado de regularidade da balança perante o Inmetro ou órgão delegado competente, com verificação mensal registrada e certificado disponivel para consulta do fornecedor quando solicitado.
  • O comprador deverá manter em seu patio peso padrao certificado pelo Inmetro, ou evidência equivalente de verificação metrológica, para demonstração e controle periódico da confiabilidade da balança.
  • Sera aceita divergência máxima de 55 kg entre balancas, considerando tolerancia operacional de pesagem de carga rodoviaria, tara, movimentacao e pequenas variações de equipamento.
  • Diferencas superiores a 55 kg deverão ser tratadas no ato do recebimento por documentos formais que creditem ou debitem as diferenças físicas, comerciais e fiscais, evitando divergência posterior entre peso recebido, nota fiscal, XML e pagamento.
Registro recomendado Toda divergência de peso deve gerar evidência: ticket de balança, fotos quando aplicável, identificação do veículo, horário, responsável, nota fiscal vinculada, decisão de aceite/devolucao e ajuste comercial ou fiscal correspondente.

VIII. Matriz de perdas e descontos

Os percentuais abaixo sao uma politica comercial recomendada para padronizar negociações. Devem constar em proposta, pedido ou contrato, podendo ser ajustados conforme histórico do fornecedor, qualidade real do lote, umidade, acabamento, liga e processamento necessário.

Tipo de sucata Perda base sugerida Condicao para aplicar Observacao comercial
Processo separado por liga 3% Material industrial limpo, seco, identificado e separado por liga. Aplicar quando a origem e a classificação forem confiaveis.
Sucata natural de mercado 5% Material de mercado com separação razoável e baixa contaminação. Pode aumentar se houver mistura de ligas, vidro, borracha, inox ou ferro.
Sucata pintada 14% Perfis pintados ou material com acabamento organico relevante. Considerar impacto em fumos, cinzas, escoria e rendimento metalico.
Cavaco / farelo A combinar Depende de óleo, umidade, granulometria, oxidação e embalagem. Exigir material drenado, seco e sem emulsão livre.
Sucata mista A combinar Lote com composição e origem diversas. Obrigatorio acordo prévio e direito de reclassificacao após recebimento.
Fora da família 6000 A combinar Series 1000, 2000, 5000, 7000 ou ligas especiais. Somente com aprovação técnica e destino metalúrgico definido.

IX. Contaminantes, resíduos e critérios de recusa

O material deve estar livre de impurezas que desviem a composição química esperada, prejudiquem rendimento, criem risco de explosão por umidade ou gerem resíduos perigosos no processo de refusão.

Contaminante / risco Tratamento recomendado
Umidade acima do limite combinado Rejeitar, devolver ou aplicar desconto extraordinário. Como referencia operacional, acima de 2% de umidade pode justificar devolucao integral.
Ferro, inox, cobre, latao, chumbo ou zinco Descontar e avaliar risco metalúrgico; se houver risco de contaminação da corrida, recusar o lote.
Plasticos, borracha, madeira, papel, vidro e terra Descontar peso não metálico e registrar não conformidade.
Oleo, solventes, clorados, ascarel/PCB Recusar material contaminado e acionar procedimento ambiental.
Material radioativo ou suspeito Isolar, não descarregar no patio produtivo, acionar responsáveis técnicos e autoridade competente quando aplicável.
Material belico, cilindros fechados ou recipientes pressurizados Receber somente com liberação prévia e evidência de descaracterizacao segura.

X. Documentos fiscais e responsabilidade do fornecedor

A nota fiscal, o XML, a procedência e a correta descrição do material sao responsabilidade do fornecedor enquanto o fisco exigir comprovacao de origem e regularidade da operação. A empresa compradora deve manter trilha documental suficiente para demonstrar boa-fe, conferência e controle de recebimento.

  • Exigir XML da NF-e antes ou no momento da chegada da carga, com dados coerentes com pedido, fornecedor, CFOP, NCM, quantidade, peso e valores.
  • Para compras interestaduais, validar ICMS, CFOP, destaque/diferimento, regime tributario, crédito fiscal e eventuais regras estaduais antes da autorização de recebimento.
  • Exigir CND federal e estadual  ou certidão positiva com efeitos de negativa quando a politica de risco da empresa determinar, mantendo cópia vigente no cadastro.
  • Quando houver autuação, glosa, apreensão, divergência de origem ou documento improprio provocado pelo fornecedor, prever repasse contratual de prejuízos, multas, diferenças fiscais, fretes, armazenagem e custos de destinação.
Cláusula recomendada O fornecedor declara a procedência licita da sucata, assume responsabilidade por documentos fiscais, origem e classificação declarada, e concorda que prejuízos causados por irregularidade documental, fiscal, ambiental ou de origem poderao ser repassados integralmente.

XI. Recebimento de sucata fora do estado

Operações interestaduais precisam de validação prévia porque a regra tributaria pode mudar conforme UF de origem, UF de destino, regime do fornecedor, natureza da sucata, CFOP, diferimento ou substituicao tributaria. O procedimento deve ser comercialmente simples, mas fiscalmente fechado.

  • Antes do carregamento, confirmar com fiscal/contabilidade o enquadramento do produto, CFOP, ICMS, NCM e eventuais benefícios ou diferimentos.
  • Bloquear recebimento quando nota fiscal, XML, placa, peso ou fornecedor divergirem do pedido aprovado.
  • Guardar proposta, aceite, pedido, NF-e/XML, comprovantes de pesagem, fotos, laudo de classificação e notificação de recebimento.
  • Em caso de fiscalização durante transporte, toda documentacao de origem deve ser providenciada pelo fornecedor e transportador.

XII. Notificação de recebimento e liquidação

A notificação de recebimento deve ser o documento operacional que transforma a carga recebida em base de pagamento. Ela deve separar o que foi declarado pelo fornecedor do que foi efetivamente aceito pela planta.

Campo minimo Conteúdo
Identificacao Fornecedor, CNPJ, pedido, nota fiscal, placa, data e horário.
Pesos Peso bruto, tara, peso líquido fiscal, peso recebido, descontos e peso aceito para pagamento.
Classificação Tipo de sucata, liga/família, acabamento, origem e lote.
Descontos Umidade, não metálicos, ferro, contaminantes, embalagem e perda combinada.
Resultado Aceito, aceito com reclassificacao, aceito com desconto extraordinário ou recusado.
Evidencias Fotos, amostras, laudo de espectrometria, assinatura ou ciência do motorista/representante.

XIII. Tratamento de não conformidades

A não conformidade deve ser registrada de forma objetiva, com evidência fotografica e impacto comercial claro. Isso evita discussão informal e melhora o histórico do fornecedor.

Ocorrência Ação imediata Consequencia possível
Liga diferente da declarada Segregar lote e acionar compras/metalurgia. Reclassificacao, desconto, devolucao ou bloqueio de fornecedor.
Excesso de umidade Suspender descarga se houver risco de segurança. Devolucao, desconto extraordinário e advertencia.
Mistura fora da proposta Amostragem ampliada e registro fotografico. Perda a combinar ou recusa.
Documento fiscal incorreto Bloquear recebimento financeiro. Carta de correcao, nova NF-e ou devolucao.
Material perigoso ou radioativo Isolar area e acionar procedimento de emergencia. Recusa imediata, comunicacao a autoridade e desclassificacao do fornecedor.

XIV. Responsabilidade socioambiental e compliance

Fornecedores devem cumprir legislação trabalhista, ambiental, fiscal e de segurança. A politica de compras deve rejeitar origem ilicita, trabalho infantil, trabalho forçado, armazenamento irregular, descarte inadequado e práticas que tragam risco reputacional ao comprador.

  • Exigir que resíduos não metálicos removidos da carga tenham destinação adequada.
  • Manter registro de fornecedores suspensos, cargas recusadas e reincidências.
  • Prever auditoria ou visita técnica a fornecedores estrategicos.

XIV.1. Resíduos, escórias e borras do processo de refusão

A fundição recebedora deverá manter contrato ativo com empresa legalizada e ambientalmente habilitada para recebimento, transporte, tratamento ou destinação de resíduos, escórias e borras provenientes do processo de refusão do alumínio.

  • Copia do contrato, licença ambiental ou evidência de habilitação da empresa destinadora deverá estar disponivel e poderá ser apresentada ao fornecedor por ocasião do pedido, quando a negociação ou auditoria exigir comprovacao de destinação responsável.
  • Os comprovantes de retirada, destinação e tratamento de resíduos devem ser arquivados para fins ambientais, fiscais, de auditoria e de rastreabilidade da cadeia de reciclagem.
  • O recebimento de sucata contaminada que gere residuo extraordinário, perigoso ou fora da rotina operacional poderá gerar devolucao, desconto extraordinário ou repasse de custos ao fornecedor, conforme causa e evidência técnica.

XV. Modelo de checklist de recebimento

Item Verificação OK / Não OK / NA
1 Fornecedor cadastrado e com documentos vigentes  
2 Pedido de compra aprovado e dentro da validade  
3 NF-e/XML recebido e coerente com pedido  
4 Carga identificada por liga/tipo/acabamento  
5 Material seco e sem umidade aparente  
6 Sem ferro, inox, cobre, plastico, borracha, vidro ou terra em excesso  
7 Sem óleo, solvente, ascarel/PCB ou contaminante perigoso  
8 Sem material radioativo/suspeito, cilindros fechados ou bélicos  
9 Pesagem bruta e tara registradas na balança do comprador  
10 Certificado/regularidade metrológica da balança disponivel quando solicitado  
11 Divergencia acima de 55 kg documentada com ajuste físico, comercial e fiscal  
12 Classificação final e descontos registrados  
13 Fotos e evidências anexadas quando houver divergência  
14 Notificação de recebimento emitida para pagamento  
15 Contrato/licença de destinação de resíduos e borras disponivel quando aplicável  

XVI. Glossário rápido

Termo Uso pratico
Refusao Fusao de sucata para produzir novo metal ou liga reutilizavel.
Tarugo Billet cilíndrico usado como matéria-prima na prensa de extrusão.
Talao de tarugo Sobra/ponta de tarugo após extrusão, normalmente de alto valor quando rastreavel por liga.
Perda de fusao Diferenca entre peso carregado e metal aproveitável, incluindo oxidação, escoria, contaminantes e umidade.
Sucata limpa Material separado, seco, sem contaminantes relevantes e com liga conhecida.
Sucata mista Material de origem, liga ou composição variada, exigindo perda e destino previamente combinados.
NR – notificação de recebimento Documento interno de classificação final, descontos e base para pagamento.

XVII. Fontes consultadas e referências de apoio

ABAL – Reciclagem do Alumínio. Pagina de publicação do e-book técnico sobre cadeia de valor, classificação, preparação e fundição de sucata de alumínio: https://abal.org.br/conteudos/reciclagem-do-alumínio/

ReMA / ISRI Specifications. Especificações internacionais usadas como linguagem comum para compra e venda de materiais recicláveis, com recomendação de que desvios sejam acordados por escrito: https://www.isrispecs.org/

Gov.br – Emitir certidão de regularidade fiscal. Servico oficial de CND perante RFB/PGFN, com descrição dos tipos de certidão e validade indicada de 180 dias: https://www.gov.br/pt-br/servicos/emitir-certidão-de-regularidade-fiscal

CNEN – Comissão Nacional de Energia Nuclear. Referencia institucional brasileira para segurança nuclear e radioproteção: https://www.gov.br/cnen/pt-br

IAEA – materiais de segurança radiologica e casos de fontes órfãs em sucata metalica foram usados como referencia geral para reforcar a necessidade de triagem e recusa de cargas suspeitas.

XVIII. Proxima evolução do material

Este e-book pode evoluir para tres documentos derivados: uma politica interna de compras, um procedimento operacional de recebimento com formulários e um artigo de blog/infografico para fornecedores. A versão interna deve receber dados reais de CNPJ, endereco, horarios, setores responsáveis, condições de pagamento, clausulas contratuais e aprovação juridica/fiscal.

Como é produzido o Aluminio EXTRUSORA DE ALUMÍNIO: Tecnologia SLX Extrusion Press

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SLX e Emmetals na INDUSPAR 2025: conheça de perto a tecnologia que está transformando a extrusão de alumínio https://emmetals.com.br/slx-e-emmetals-na-induspar-2025-conheca-de-perto-a-tecnologia-que-esta-transformando-a-extrusao-de-aluminio/ https://emmetals.com.br/slx-e-emmetals-na-induspar-2025-conheca-de-perto-a-tecnologia-que-esta-transformando-a-extrusao-de-aluminio/#respond Fri, 25 Jul 2025 06:34:08 +0000 https://emmetals.com.br/?p=1748

Entre os dias 5 e 8 de agosto de 2025, a Emmetals e a fabricante internacional SLX Extrusoras marcam presença na INDUSPAR, a feira industrial de referência no Sul do Brasil. O evento será realizado na Expo Trade Pinhais, reunindo centenas de expositores dos setores mais estratégicos da indústria, como automação, logística, metalmecânica, eletroeletrônica, embalagens, máquinas e equipamentos.

Alta tecnologia em extrusão de alumínio

A SLX apresentará suas prensas de extrusão de alumínio com tecnologia de ponta, desenvolvidas para indústrias que buscam eficiência, precisão e robustez. Entre os destaques das máquinas estão:

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  • Bloco fictício fixo, que evita danos à haste e reduz custos operacionais;
  • Curso de extrusão longo, ideal para aplicações mais exigentes;
  • Estrutura compacta e projeto de alta precisão, com baixo índice de refugo e facilidade de operação.

Tudo isso garante produtividade com menor intervenção manual e manutenção simplificada.

Representação oficial no Brasil

A Emmetals é representante oficial da SLX no Brasil, oferecendo suporte técnico especializado, atendimento comercial consultivo e soluções sob medida para empresas do setor de extrusão de alumínio.

📅 Agende sua visita e venha nos conhecer pessoalmente na INDUSPAR 2025.
O evento acontece de 5 a 8 de agosto, na Expo Trade Pinhais – PR.

🔗 Inscreva-se gratuitamente:
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🎥 Confira a chamada oficial:
Vídeo oficial da feira


Contato

🔧 Emmetals – Representante SLX no Brasil
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Esperamos você na INDUSPAR 2025!

Venha descobrir como a SLX e a Emmetals estão impulsionando a indústria de extrusão com soluções de última geração.

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Conheça a SLX https://emmetals.com.br/conheca-a-slx/ https://emmetals.com.br/conheca-a-slx/#respond Wed, 16 Jul 2025 04:33:54 +0000 https://emmetals.com.br/?p=1744 Foshan Sailixin Machinery Manufacturing Co., Ltd.

Fundada em 2011, a Foshan Sailixin é especializada há 14 anos em pesquisa, desenvolvimento e fabricação de equipamentos para extrusão de alumínio. Reconhecida como uma das mais avançadas empresas de tecnologia da China, recebeu a certificação nacional de alta tecnologia.

Comprometida com a excelência, a Sailixin (China) oferece componentes e equipamentos de extrusão de alumínio de alto desempenho, com soluções inteligentes e linhas completas para clientes em todo o mundo. Nossos sistemas são configurados para atender diversas aplicações, como perfis arquitetônicos, painéis solares, produtos eletrônicos, automotivos, entre outros.

Atualmente, nossos equipamentos já superam a marca de 1.200 unidades vendidas para diversos mercados globais.

Tecnologia em Extrusão de alumínio

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Tarugo Reciclado x Tarugo Primário — Qual é o Custo Real na Extrusão https://emmetals.com.br/tarugo-reciclado-x-tarugo-primario-qual-e-o-custo-real-na-extrusao/ https://emmetals.com.br/tarugo-reciclado-x-tarugo-primario-qual-e-o-custo-real-na-extrusao/#respond Thu, 01 May 2025 13:14:14 +0000 https://emmetals.com.br/?p=1723

Depois de tanto se falar em preço de tarugo, chegou a hora de jogar luz no que realmente importa: o custo total do processo de extrusão. Não é só sobre quanto se paga por tonelada. É sobre produtividade, desgaste de ferramentas, acabamento final e até satisfação do cliente.

Baseado em experiências de campo, levantamos os principais impactos práticos de se usar tarugo reciclado ou primário.


🏭 Produtividade e esforço de máquina

O tarugo reciclado apresenta fluidez inferior, exigindo ajustes constantes de temperatura e pressão, o que impacta diretamente na velocidade de extrusão, especialmente em perfis de parede fina. Além disso, exige até 12% mais esforço da prensa, o que eleva o consumo energético da linha.

Já o tarugo primário, por sua composição mais estável e limpa, mantém o processo fluido, permitindo velocidades maiores, menor esforço da prensa e um consumo energético previsível.


🛠 Desgaste de ferramentais

Quem trabalha com extrusão sabe: matriz desgastada é prejuízo na certa.

O tarugo reciclado acelera o desgaste das matrizes em até 25%, além de afetar mandris e containers devido à contaminação química. A consequência? Mais paradas de linha, mais troca de ferramental e mais custo de manutenção.

Com o tarugo primário, o desgaste é naturalmente menor. A limpeza química do material preserva o ferramental e reduz a frequência de intervenções.


🎨 Acabamento e refugo

Se o seu cliente final exige anodização ou pintura de qualidade, atenção redobrada com o tarugo reciclado.

É comum ver variações de tonalidade, manchas e superfícies com microdefeitos. Isso eleva a taxa de refugo — que pode ultrapassar 10% em alguns casos — e compromete a reputação do produto final.

Por outro lado, o tarugo primário entrega acabamento uniforme, limpo e confiável. Ideal para linhas arquitetônicas, industriais e perfis de parede fina com exigência estética elevada.


📌 Conclusão técnica

Sim, o tarugo reciclado pode ser uma boa alternativa em projetos simples, onde o preço de compra é a prioridade e o visual não é determinante.

Mas se estamos falando de produtividade, qualidade, retrabalho e desgaste da linha, o que parecia economia logo vira prejuízo.

Muitas vezes, a diferença de R$ 300 a R$ 500 por tonelada se dissolve em:

  • Paradas não planejadas
  • Desgaste acelerado de matriz
  • Aumento da conta de energia
  • Retrabalho e refugo no acabamento
  • Insatisfação do cliente final

Tarugos Primario Consulte nos

Eduardo Melchior

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Máquinas Poderosas https://emmetals.com.br/maquinas-poderosas/ https://emmetals.com.br/maquinas-poderosas/#respond Mon, 31 Mar 2025 13:09:57 +0000 https://guiadoaluminio.com.br/?p=591
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Soluções para Defeitos de Extrusão https://emmetals.com.br/solucoes-para-defeitos-de-extrusao/ https://emmetals.com.br/solucoes-para-defeitos-de-extrusao/#respond Mon, 31 Mar 2025 13:06:22 +0000 https://guiadoaluminio.com.br/?p=589 Controle de Qualidade e Análise de Defeitos de Extrusão de Alumínio

A seguir, são apresentadas algumas das causas comuns de defeitos de extrusão em produtos de alumínio e as soluções correspondentes:

  • Causa: O excesso de silício na liga de alumínio, incluindo a formação de compostos ternários, pode levar a defeitos.
  • Soluções:

1. Excesso de Silício na Liga de Alumínio

  • Manter a composição química da liga dentro da faixa especificada.
  • Assegurar uma distribuição uniforme do silício no fundido.
  • Controlar os parâmetros de processo durante a extrusão para evitar a segregação e liberação de silício.
  • Manter a proporção adequada de magnésio para silício (faixa de 1.3 a 1.7).

2. Corrosão da Superfície

  • Causa: A corrosão ocorre devido ao contato com meios corrosivos, alta umidade ou ambiente inadequado de produção e armazenamento.
  • Soluções:
  • Manter a superfície do produto e o ambiente de produção/armazenamento limpos e secos.
  • Controlar o conteúdo de elementos na liga.
  • Garantir a proporção adequada de magnésio para silício (faixa de 1.3 a 1.7).
  • Controlar rigorosamente os parâmetros de cada processo (fundição, temperatura, resfriamento, tempo de envelhecimento, etc.).
  • Proteger o perfil de alumínio extrudado em dias chuvosos ou úmidos.

3. Propriedades Mecânicas Não Qualificadas

  • Causa: Propriedades mecânicas inadequadas resultam de elementos de composição fora do padrão, processos inadequados ou baixa qualidade dos materiais.
  • Soluções:
  • Controlar estritamente a composição química de acordo com os padrões ou criar padrões internos eficazes.
  • Utilizar tarugos de alumínio de alta qualidade ou perfis de alumínio com acabamento laminado.
  • Otimizar o processo de extrusão de alumínio.
  • Implementar rigorosamente o sistema de processo de têmpera.
  • Implementar estritamente o sistema de envelhecimento artificial e controlar a temperatura do forno.
  • Realizar medições rigorosas e controlar a temperatura durante o processo.

 Bolha de Ar: Causas e Soluções

Bolha de Ar

A bolha de ar é um defeito caracterizado pela separação contínua ou descontínua do metal da pele em relação ao metal base, formando uma protuberância redonda única ou uma faixa.

Causas das Bolhas de Ar:

  1. Umidade, óleo e grafite no recipiente de extrusão e bloco fictício durante a extrusão.
  2. Ar entra na superfície do metal devido ao desgaste do recipiente de extrusão.
  3. Umidade presente no lubrificante.
  4. Tarugos de alumínio com estrutura defeituosa ou porosidade.
  5. Temperatura de tratamento térmico muito alta, tempo de espera longo e alta umidade atmosférica no forno.
  6. Alto teor de hidrogênio no produto.
  7. Temperaturas muito altas no recipiente de extrusão e nos tarugos de alumínio.
  8. Folga excessiva entre os tarugos e o recipiente de extrusão, levando à formação de bolhas de ar.
  9. Velocidade de extrusão muito rápida, aumentando o volume de ar no recipiente de extrusão.

Soluções para Bolhas de Ar:

  1. Manter a superfície da ferramenta e dos tarugos limpa, lisa e seca.
  2. Projetar adequadamente o tamanho do recipiente de extrusão e do bloco fictício, mantendo-os dentro das tolerâncias.
  3. Garantir que o lubrificante esteja limpo e seco.
  4. Cumprir rigorosamente o processo de operação durante a extrusão, realizando cortes adequados, removendo completamente o material residual e mantendo as ferramentas e moldes limpos.
  5. Minimizar o conteúdo de ar nos tarugos de fundição de alumínio.
  6. Controlar a temperatura dos tarugos de alumínio para evitar altas temperaturas.
  7. Controlar a quantidade de lubrificante aplicada para evitar excesso de lubrificação.
  8. Controlar a velocidade de extrusão de acordo com o processo.

Descamação: Causas e Soluções

Descamação

A descamação é um defeito em que parte da superfície do produto extrudado de liga de alumínio se separa do metal base.

Causas da Descamação:

  1. A parede interna do recipiente de extrusão possui revestimento metálico acumulado e não limpo corretamente.
  2. O recipiente de extrusão e o bloco fictício não se encaixam corretamente, resultando em acúmulo de metal residual na parede interna do recipiente de extrusão.
  3. Uso inadequado de lubrificante de extrusão.
  4. O furo da matriz é muito longo, causando problemas na área de trabalho do metal ou no molde.

Soluções para a Descamação:

  1. Limpar completamente o recipiente de extrusão ao trocar de liga durante a extrusão.
  2. Projetar adequadamente o tamanho do recipiente de extrusão e do bloco fictício e garantir que estejam dentro das tolerâncias.
  3. Manter o revestimento do recipiente de extrusão e o acabamento do moinho limpos e secos.
  4. Inspecionar e substituir matrizes de extrusão não qualificadas a tempo.
  5. Controlar a temperatura de aquecimento do perfil de acabamento do moinho.
  6. Evitar lubrificação excessiva, controlando a quantidade de lubrificante aplicada.
  7. Controlar a velocidade de extrusão para garantir uma extrusão uniforme.

Defeitos de Colagem Adversos: Causas e Soluções

Defeitos de Colagem Adversos

Defeitos de colagem adversos ocorrem quando um produto oco extrudado não está completamente colado ou delamina na junta de colagem.

Causas dos Defeitos de Colagem Adversos:

  1. Coeficiente de extrusão baixo, temperatura de extrusão baixa e velocidade de extrusão alta.
  2. Falta de limpeza nos tarugos ou nas ferramentas de extrusão.
  3. Uso inadequado de óleo lubrificante no molde de extrusão.
  4. Design inadequado do molde, pressão hidrostática insuficiente ou design irracional da junta de colagem.
  5. Presença de óleo nos tarugos de alumínio.

Soluções para Defeitos de Colagem Adversos:

  1. Ajustar o coeficiente de extrusão, temperatura e velocidade de extrusão adequadamente.
  2. Projetar e fabricar os moldes adequadamente.
  3. Manter o recipiente de extrusão e o bloco fictício limpos e livres de lubrificação.
  4. Certificar-se de que os tarugos de alumínio estejam limpos.
  5. Cumprir rigorosamente os procedimentos e sistemas do processo.
  6. Projetar moldes de forma racional.
  7. Operar com cuidado durante o carregamento e descarregamento.
  8. Garantir uma extrusão uniforme controlando a velocidade.

Arranhões: Causas e Soluções

Arranhões

Arranhões ocorrem quando um objeto pontiagudo entra em contato com a superfície do perfil de alumínio, causando danos mecânicos na forma de linhas ou faixas.

Causas de Arranhões:

  1. Montagem incorreta da ferramenta, transporte irregular ou superfícies ásperas.
  2. Base do molde com partículas metálicas ou danificada.
  3. Presença de areia ou fragmentos metálicos no óleo lubrificante.
  4. Manuseio inadequado durante o processo, incluindo uso de talhas inadequadas.
  5. Desgaste severo da matriz de extrusão.
  6. Temperaturas excessivamente altas dos tarugos de alumínio, resultando em aderência ao molde ou danos na correia de trabalho do molde.
  7. Contaminação do recipiente de extrusão por grafite, óleo e outras sujeiras.
  8. Movimento irregular entre os produtos de extrusão, causando arranhões na superfície.

Soluções para Arranhões:

  1. Inspecionar e polir regularmente a terra do molde.
  2. Verificar o transporte e os equipamentos de manuseio para garantir um movimento suave.
  3. Evitar impactos mecânicos e arranhões durante o manuseio.
  4. Manusear com cuidado durante o carregamento e descarregamento.
  5. Substituir matrizes de extrusão desgastadas a tempo.
  6. Controlar a temperatura de aquecimento dos tarugos de alumínio.
  7. Manter a superfície do recipiente de extrusão e o acabamento do moinho limpos e secos.
  8. Controlar a velocidade de extrusão para garantir uma extrusão uniforme.

Linha de Matriz: Causas e Soluções

Linha de Matriz

A linha de matriz é uma depressão ou saliência longitudinal formada na superfície dos perfis extrudados devido à rugosidade da matriz.

Causas da Linha de Matriz:

A principal causa é a impossibilidade de alcançar uma suavidade absoluta na terra do dado.

Soluções para a Linha de Matriz:

  1. Garantir que a superfície da base da matriz esteja limpa, lisa e livre de bordas afiadas.
  2. Realizar um tratamento de nitretação adequado para aumentar a dureza superficial.
  3. Modificar as matrizes conforme necessário.
  4. Projetar a terra do molde de forma apropriada, evitando que ela seja muito longa.

Máquinas Brightstar para Alumínio: Soluções para Defeitos de Extrusão

Na Brightstar Aluminium Machinery, oferecemos uma gama de máquinas de processamento de perfil de alumínio, incluindo máquinas para escovar e limpar a superfície, polimento de perfis e jateamento de perfis de alumínio. Nossas máquinas são projetadas para eliminar eficazmente defeitos, aumentando seus lucros e reduzindo a taxa de produtos não conformes. Oferecemos soluções completas e serviços de balcão único para suas necessidades.

Controle de Qualidade e Análise de Defeitos de Extrusão de Alumínio

Vamos abordar alguns dos defeitos comuns de extrusão de alumínio e suas soluções:

1. Torção, Dobra e Ondulação

  • Definição: Torção refere-se à deflexão angular da seção transversal do produto extrudado na direção longitudinal, enquanto dobra é quando o produto se curva na direção longitudinal, e ondulação se manifesta como rugas contínuas na direção longitudinal.

Principais Causas:

  1. Má organização no design do furo da matriz ou distribuição irregular do tamanho do terreno.
  2. Baixa precisão no processamento do furo do molde.
  3. Falta de guias e extratores adequados.
  4. Reparos inadequados no molde.
  5. Temperatura e velocidade de extrusão inadequadas.
  6. Falta de pré-alisamento antes do tratamento de envelhecimento.
  7. Resfriamento desigual durante o tratamento térmico online.

Soluções:

  1. Melhorar o design e a fabricação do molde.
  2. Instalar guias e extratores adequados.
  3. Ajustar a taxa de fluxo de metal por lubrificação local ou modificar o design da vigia.
  4. Ajustar a temperatura e velocidade de extrusão.
  5. Controlar adequadamente a temperatura de tratamento de envelhecimento.
  6. Garantir resfriamento uniforme durante o tratamento térmico online.

2. Flexão Dura

  • Definição: Flexão dura é a flexão súbita do produto extrudado em algum ponto ao longo do comprimento.

Principais Causas:

  1. Mudanças irregulares na velocidade de extrusão.
  2. Manuseio brusco dos perfis durante o processo de extrusão.
  3. Mesa de trabalho da linha de extrusão irregular.

Soluções:

  1. Evitar parar ou mudar repentinamente a velocidade de extrusão.
  2. Manusear os perfis com cuidado.
  3. Garantir que a mesa de trabalho esteja reta e que os rolos estejam limpos e livres de detritos.

3. Superfície Esburacada

  • Definição: Superfície esburacada refere-se a pequenas irregularidades na superfície do produto extrudado, incluindo depressões, arranhões e saliências.

Principais Causas:

  1. Baixa dureza ou uniformidade de dureza no molde.
  2. Alta temperatura de extrusão.
  3. Velocidade de extrusão muito rápida.
  4. Rolamento de molde muito longo, áspero ou pegajoso.
  5. Comprimento excessivo do perfil de alumínio acabado.

Soluções:

  1. Melhorar a dureza e uniformidade do molde.
  2. Controlar a temperatura e velocidade de extrusão.
  3. Projetar o molde de forma a reduzir a rugosidade da superfície e realizar polimento.
  4. Usar comprimentos adequados de tarugos de alumínio.

4. Casca de Laranja

  • Definição: A casca de laranja é uma textura irregular na superfície do produto extrudado, semelhante à casca de uma laranja.

Principais Causas:

  1. Estrutura desigual do tarugo e tratamento de homogeneização insuficiente.
  2. Condições de extrusão não razoáveis, resultando em grãos grosseiros no produto final.
  3. Sobrecarga durante o alongamento e endireitamento.
  4. Deformação durante o processo de extrusão.

Soluções:

  1. Controlar o processo de tratamento de homogeneização.
  2. Manter uma extrusão uniforme.
  3. Evitar sobrecarga durante o alongamento.
  4. Controlar a retidão dos perfis e garantir um alongamento adequado.

5. Prensagem de Metais e Não Metais

  • Definição: Prensagem de metal ocorre quando sucata de metal é pressionada na superfície do produto, enquanto a prensagem não metálica envolve a pressão de substâncias estranhas na superfície do produto.

Principais Causas e Soluções:

  • A remoção de rebarbas, limpeza das superfícies e controle adequado do lubrificante são essenciais para evitar esses defeitos.

6. Corrosão de Superfície

  • Definição: Corrosão de superfície ocorre quando a superfície do produto extrudado reage quimicamente com meios externos, resultando em danos locais.

Principais Causas e Soluções:

  • Evitar o contato com meios corrosivos e garantir que as superfícies estejam limpas e secas.

Desta maneira, embora o teor de componentes de magnésio e silício esteja dentro da faixa prescrita (oh(Mg) = 0,45% a 0,9%, oh(E) = 0,2% a 0,6%), no entanto, existe algum excesso de silício. Além de uma pequena quantidade de silício no estado livre, esta parte do excesso de silício também formará compostos ternários na liga de alumínio.

  1. Problemas durante o processo de fundição:

Durante o processo de fundição, embora a proporção de adição de magnésio e silício esteja dentro da faixa especificada na norma, às vezes, devido à mistura desigual e insuficiente, a distribuição de silício no fundido é desigual, levando ao enriquecimento local e áreas pobres.

  1. Controle de parâmetros durante a extrusão:

O controle de vários parâmetros de processo durante a extrusão, como temperatura de pré-aquecimento de tarugos excessivamente alta, controle impróprio da taxa de fluxo de extrusão de metal, força de resfriamento de ar durante a extrusão, temperatura de envelhecimento e tempo de espera, pode facilmente causar segregação e liberação de silício, resultando em um magnésio e silício que não se tornam completamente a fase Mg2Si, mas com a presença de algum silício livre.

Medição e Prevenção da Corrosão na Superfície:

  1. Mantenha a superfície do produto e o ambiente de produção e armazenamento limpos e secos.
  2. Controle o conteúdo de elementos na liga.
  3. Controle efetivamente a composição da liga para garantir que a proporção de magnésio para silício esteja dentro da faixa de 1.3 para 1.7.
  4. Controle rigorosamente os parâmetros de cada processo, como fundição, mexendo, temperatura da água de resfriamento de fundição, temperatura de pré-aquecimento do tarugo, força de resfriamento de ar de têmpera de extrusão, temperatura e tempo de envelhecimento, para evitar a segregação e dissociação do silício, buscando formar uma fase de fortalecimento Mg2Si benéfica com magnésio.
  5. Preste atenção às mudanças no clima; em dias chuvosos ou de alta umidade, cubra os perfis de alumínio extrudados com um pano de chuva para evitar que poeira e chuva entrem em contato com a superfície do perfil de alumínio.
  6. O tratamento de envelhecimento oportuno pode reduzir o aparecimento de manchas e a corrosão porfirítica ou em forma de poço em perfis de alumínio.

Propriedade Mecânica Não Qualificada, Análise de Defeitos de Extrusão de Alumínio e Medidas de Controle de Qualidade

As propriedades mecânicas dos produtos extrudados de alumínio, como HB e HV, não atendem aos requisitos dos padrões técnicos ou são muito irregulares, o que é chamado de propriedades mecânicas não qualificadas.

Principais Causas de Propriedades Mecânicas Não Qualificadas:

  1. Os principais elementos da composição química da liga de alumínio excedem o padrão ou a proporção não é razoável.
  2. O processo de extrusão de alumínio ou processo de tratamento térmico não é razoável.
  3. Má qualidade de tarugos de alumínio ou perfis de alumínio com acabamento laminado.
  4. A têmpera online não atingiu a temperatura de têmpera ou a taxa de resfriamento não foi suficiente.
  5. Processo de envelhecimento artificial impróprio.

Medidas e Soluções de Controle de Qualidade:

  1. Controle rigoroso da composição química de acordo com o padrão ou formulação de um padrão interno eficaz.
  2. Utilização de tarugos de alumínio de alta qualidade ou perfis de alumínio com acabamento laminado.
  3. Otimização do processo de extrusão de alumínio.
  4. Implementação rigorosa do sistema de processo de têmpera.
  5. Implementação estrita do sistema de envelhecimento manual e controle da temperatura do forno.
  6. Medição rigorosa da temperatura e controle de temperatura.

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A Importância de Conferir a Dureza das Ligas de Alumínio: Garantindo Padrões de Qualidade na Serralheria de Alumínio https://emmetals.com.br/a-importancia-de-conferir-a-dureza-das-ligas-de-aluminio-garantindo-padroes-de-qualidade-na-serralheria-de-aluminio/ https://emmetals.com.br/a-importancia-de-conferir-a-dureza-das-ligas-de-aluminio-garantindo-padroes-de-qualidade-na-serralheria-de-aluminio/#respond Mon, 31 Mar 2025 12:59:12 +0000 https://guiadoaluminio.com.br/?p=584 Na indústria da serralheria de alumínio, garantir a qualidade dos produtos é essencial para a satisfação do cliente e o sucesso do negócio. Uma das características críticas que deve ser avaliada é a dureza das ligas de alumínio utilizadas na produção de perfis, barras e peças. A dureza desempenha um papel fundamental nas propriedades mecânicas e na durabilidade dos produtos finais, e é por isso que a verificação ou aferição da dureza é um passo crucial em todo o processo de fabricação.

O Papel da Dureza nas Ligas de Alumínio

A dureza é uma medida da resistência de um material à deformação plástica ou permanente quando uma força é aplicada. Nas ligas de alumínio, a dureza está diretamente relacionada à estrutura interna do material e à sua composição química. Materiais mais duros tendem a ser mais resistentes e menos suscetíveis a danos ou deformações, enquanto materiais mais moles podem ser mais maleáveis, porém mais propensos a desgaste prematuro.

Impacto da Dureza nos Produtos de Serralheria de Alumínio

A dureza inadequada nas ligas de alumínio pode ter consequências significativas nos produtos fabricados pela serralheria. Alguns dos impactos incluem:

  1. Durabilidade e Resistência: Materiais muito macios podem resultar em produtos finais que são mais propensos a amassados, arranhões e deformações. Por outro lado, materiais excessivamente duros podem tornar os produtos frágeis e quebradiços, comprometendo sua resistência estrutural.
  2. Compatibilidade: Produtos que utilizam ligas de alumínio com diferentes níveis de dureza podem não se encaixar corretamente, afetando a montagem e a funcionalidade geral.
  3. Vida Útil: A dureza inadequada pode levar a uma redução na vida útil dos produtos, resultando em substituições mais frequentes e custos adicionais para os clientes.

A Importância da Verificação ou Aferição da Dureza

A verificação ou aferição da dureza das ligas de alumínio é uma etapa crucial para garantir que os produtos finais atendam aos padrões de qualidade estabelecidos. Aqui estão alguns motivos pelos quais isso é tão importante:

  1. Conformidade com Normas e Padrões: Setores industriais frequentemente operam sob regulamentações específicas. Verificar a dureza das ligas de alumínio assegura que elas atendam aos padrões e especificações necessários.
  2. Controle de Qualidade: A verificação da dureza faz parte do processo de controle de qualidade, permitindo identificar e corrigir problemas antes que os produtos saiam da linha de produção.
  3. Prevenção de Falhas Prematuras: Produtos fabricados a partir de materiais com dureza inadequada podem apresentar falhas prematuras, resultando em recalls, devoluções e danos à reputação da empresa.
  4. Eficiência da Produção: Identificar variações na dureza das ligas de alumínio pode ajudar a otimizar o processo de produção, minimizando o desperdício de materiais e reduzindo custos.

Utilizando o Verificador de Dureza de Webster

O verificador de dureza de webster, como o modelo W-20 descrito, é uma ferramenta valiosa para aferir a dureza das ligas de alumínio de forma rápida e conveniente. Ele permite avaliar a dureza das peças no local de produção, vendas ou construção, garantindo que os produtos estejam dentro dos limites especificados pelas normas.

Ao implementar a verificação da dureza das ligas de alumínio utilizando um verificador de webster, as serralherias podem assegurar que seus produtos atendam aos mais altos padrões de qualidade e desempenho. Isso não só resultará em produtos mais duráveis e confiáveis, mas também contribuirá para a reputação e o sucesso contínuo do negócio.

Em resumo, a verificação da dureza das ligas de alumínio é um passo fundamental para garantir a qualidade e a integridade dos produtos fabricados por serralherias de alumínio. Investir em ferramentas como o verificador de dureza de webster é um investimento na excelência operacional e na satisfação do cliente.

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Tratamento Térmico de Alumínio Extrudado: Aumentando a Performance e a Versatilidade https://emmetals.com.br/tratamento-termico-de-aluminio-extrudado-aumentando-a-performance-e-a-versatilidade/ https://emmetals.com.br/tratamento-termico-de-aluminio-extrudado-aumentando-a-performance-e-a-versatilidade/#respond Mon, 31 Mar 2025 12:34:14 +0000 https://guiadoaluminio.com.br/?p=569 O alumínio é um dos materiais mais versáteis e amplamente utilizados na indústria atual. Suas propriedades, como alta relação resistência-peso, excelente condutividade térmica e elétrica, além da resistência à corrosão, o tornam indispensável em diversos setores, desde a construção civil até a fabricação de componentes eletrônicos. Para ampliar ainda mais as suas características e aplicações, o alumínio extrudado pode passar por um processo fundamental conhecido como tratamento térmico.

O tratamento térmico é uma técnica de processamento que envolve o aquecimento controlado do material a temperaturas específicas, seguido de resfriamento em uma taxa adequada. Esse procedimento permite alterar a estrutura do alumínio extrudado em escala microscópica, resultando em melhorias significativas nas suas propriedades mecânicas e na sua performance geral.

Existem dois tipos principais de tratamentos térmicos para o alumínio extrudado: têmpera e revenimento.

1. Têmpera: A têmpera consiste em aquecer o alumínio extrudado a uma temperatura próxima ou ligeiramente acima do ponto de fusão, seguido de um resfriamento rápido e controlado. Esse processo cria uma estrutura cristalina mais homogênea e endurecida, conferindo ao material maior resistência mecânica e dureza. No entanto, a têmpera também torna o alumínio mais quebradiço, o que pode ser uma desvantagem em algumas aplicações.

2. Revenimento: O revenimento é o tratamento térmico realizado após a têmpera. Nessa etapa, o alumínio é aquecido a temperaturas menores do que na têmpera e resfriado lentamente. Esse processo reduz a fragilidade causada pela têmpera e aumenta a tenacidade e a ductilidade do material. O alumínio extrudado revenido é mais resistente a impactos e deformações, tornando-o mais adequado para aplicações que requerem alguma flexibilidade.

Benefícios do Tratamento Térmico de Alumínio Extrudado:

  • Resistência mecânica aprimorada: O tratamento térmico aumenta a resistência do alumínio, permitindo que ele suporte cargas mais pesadas e condições de uso mais exigentes.
  • Dureza e rigidez: A têmpera confere ao alumínio uma maior dureza superficial, tornando-o mais resistente ao desgaste e abrasão.
  • Resistência à corrosão: Em algumas ligas de alumínio, o tratamento térmico pode melhorar a resistência à corrosão, aumentando a vida útil do material em ambientes agressivos.
  • Versatilidade de aplicações: O tratamento térmico amplia a gama de aplicações do alumínio extrudado, permitindo que ele seja utilizado em diferentes setores, como automobilístico, aeroespacial, eletrônico, construção civil e muito mais.

Considerações Finais: O tratamento térmico é uma etapa essencial na produção e processamento do alumínio extrudado. Ele confere ao material propriedades superiores, tornando-o mais resiliente, durável e adequado para diversas aplicações industriais e comerciais.

Ao optar pelo alumínio extrudado tratado termicamente, é importante considerar as necessidades específicas do projeto e as condições de uso para escolher a liga e o tratamento térmico mais adequado. Com o auxílio de profissionais qualificados e fabricantes experientes, é possível garantir que o alumínio extrudado atenda plenamente às demandas do seu projeto, proporcionando desempenho e qualidade excepcionais.


Temperas Conhecidas para Ligas 6060 e 6063 de Alumínio Extrudado

As ligas de alumínio 6060 e 6063 são amplamente utilizadas em extrusões, e ambas podem ser submetidas a diferentes tratamentos térmicos para melhorar suas propriedades mecânicas e características de desempenho. As temperas mais comuns para essas ligas são a T4, T5 e T6. Vamos entender cada uma delas:

1. T4 (Solução Encruada e Envelhecida): A têmpera T4 envolve a solubilização seguida de envelhecimento. Primeiramente, o material é aquecido a uma temperatura próxima a 500 °C, em seguida, é resfriado rapidamente em água para manter a estrutura em solução sólida. Posteriormente, o alumínio é envelhecido naturalmente ou artificialmente a uma temperatura elevada, tipicamente em torno de 160 °C. O envelhecimento permite a formação de precipitados finos que melhoram as propriedades mecânicas da liga, aumentando sua resistência. A têmpera T4 oferece boa conformabilidade, mas pode apresentar menor resistência em comparação com outras temperas mais rígidas.

2. T5 (Resfriamento Controlado de Envelhecimento): Na têmpera T5, o material é submetido a um processo de solubilização semelhante ao T4, seguido por um resfriamento controlado em água para evitar a completa precipitação. Em seguida, a peça é envelhecida artificialmente a uma temperatura mais baixa do que na têmpera T4, normalmente em torno de 180 °C. Esse tratamento proporciona ao alumínio extrudado uma combinação de boa resistência mecânica e ductilidade, sendo uma escolha comum quando se busca um equilíbrio entre essas propriedades.

3. T6 (Solução Encruada e Envelhecida): A têmpera T6 é uma das mais rígidas e resistentes para ligas de alumínio. Assim como nas outras temperas, começa com a solubilização a temperaturas em torno de 500 °C e, em seguida, é resfriado rapidamente em água para manter a estrutura em solução sólida. Depois disso, o material é envelhecido artificialmente em temperaturas elevadas, normalmente cerca de 160 °C. A têmpera T6 resulta em uma alta resistência mecânica e dureza, sendo ideal para aplicações que exigem uma maior capacidade de carga e rigidez.

É importante ressaltar que, embora as temperas T4, T5 e T6 sejam as mais comuns para as ligas 6060 e 6063, também existem outras temperas disponíveis, como T1, T2, T3, T7 e T8. A escolha da têmpera adequada depende das necessidades específicas de cada aplicação, levando em consideração fatores como resistência, ductilidade, conformabilidade e outras propriedades mecânicas desejadas.

Recomenda-se consultar as especificações técnicas fornecidas pelo fabricante da liga de alumínio, bem como o auxílio de especialistas na área de tratamento térmico, para garantir a seleção adequada da têmpera para o seu projeto.

Creditos do video aula: Sócrates Najar – YouTube

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