I. Propósito e abrangência
Este manual estabelece boas práticas para compra, recebimento, classificação, conferência, rejeição e liquidação comercial de sucatas de alumínio destinadas a refusão, com foco em tarugos e perfis extrudados.
O objetivo é reduzir risco metalúrgico, risco fiscal, risco ambiental e perda econômica causada por mistura de ligas, excesso de umidade, contaminantes, material fora de especificação, divergência documental e propostas comerciais mal definidas.
- Aplica-se a sucatas de origem industrial, sucatas de mercado, retornos de extrusão, pontas de tarugo, talões, cavacos, recortes, perfis pintados, perfis anodizados, embalagens e materiais mistos negociados previamente.
- Não deve ser usado como critério único de aprovação técnica. Normas técnicas, legislação fiscal, licenças ambientais e contratos devem ser consultados em suas versões oficiais.
II. Princípios de recebimento
- Toda sucata deve ter procedência clara, documento fiscal correto e fornecedor previamente qualificado.
- Todo material deve ser classificado por liga, família de liga, tipo físico, acabamento superficial e nível de contaminação antes da entrega.
- A pesagem válida para pagamento deve ser a pesagem de recebimento da planta compradora, em balança aferida.
- Divergencias de classificação, umidade, impureza, liga ou documento fiscal devem ser registradas antes da liberação financeira.
- Sucata radioativa, material com ascarel/PCB, explosivos, resíduos perigosos ou contaminação que coloque pessoas e forno em risco deve ser recusada.
III. Cadastro e qualificação de fornecedores
A compra recorrente de sucata deve iniciar por cadastro do fornecedor, análise documental e aprovação comercial. O cadastro precisa ser renovado periodicamente, preferencialmente a cada 12 meses, ou sempre que houver alteração societária, fiscal, ambiental ou bancária.
| Documento / evidência | Finalidade no controle de risco |
| CNPJ, inscrição estadual e dados cadastrais | Confirmar existência, atividade, regime e dados para faturamento. |
| Contrato social, estatuto ou documento de constituição | Verificar representantes, socios e poderes de assinatura. |
| Ficha cadastral com dados bancarios | Evitar pagamento indevido e manter trilha de auditoria. |
| Alvara municipal e licença ambiental ou dispensa | Reduzir risco de compra de origem irregular ou atividade não licenciada. |
| CND federal / certidão de regularidade fiscal | Comprovar situacao perante RFB/PGFN na data de avaliação; validade usual de 180 dias conforme Gov.br. |
| Fotos do patio, armazenamento e processo de separação | Avaliar capacidade de segregacao por liga e boas práticas de armazenamento. |
| Historico de entregas, devolucoes e não conformidades | Classificar fornecedor por confiabilidade técnica e documental. |
IV. Proposta comercial e pedido de compra
Toda oferta de sucata deve ser formalizada por escrito. A proposta deve indicar tipo de sucata, liga ou família, quantidade estimada, preço, perda combinada, prazo de entrega, condição de frete, local de entrega e documentos necessários.
- Validade recomendada da proposta: 1 dia útil, quando o preço depender de mercado e composição da carga.
- Entrega recomendada após aceite: ate 3 dias úteis, salvo aprovação expressa do comprador.
- Excedente permitido: ate 10% sobre a quantidade negociada, desde que o material seja da mesma classificação e o comprador aceite previamente.
- Divergencia entre proposta, nota fiscal e carga física deve bloquear ou reclassificar o recebimento antes do pagamento.
| Regra de ouro comercial Perda combinada deve estar escrita na proposta ou pedido. Se a perda real for maior por impureza, mistura, umidade, pintura ou material fora da liga, a carga deve ser reclassificada, devolvida ou renegociada antes da liquidação. |
V. Classificação técnica das sucatas
A classificação deve combinar tres visões: composição metalúrgica, forma física e acabamento/contaminação. Para refusão destinada a extrusão, a separação por liga e especialmente importante porque pequenos desvios podem afetar Mg, Si, Fe, Cu, Mn, Zn, Ti e outros elementos de controle.
V.1. Família de liga
| Família / liga | Tratamento recomendado |
| Serie 6000 comum | Prioritaria para refusão de tarugos de extrusão, desde que separada e certificada por liga ou família controlada. |
| Ligas 6060, 6063, 6005, 6005A, 6061, 6082 | Negociar separadamente quando houver exigencia de composição, aplicação estrutural ou risco de mistura entre ligas. |
| Serie 1000 | Pode ser útil para ajuste de composição, mas deve ser previamente combinada e identificada. |
| Series 2000, 5000, 7000 e outras familias | Receber apenas mediante autorização técnica prévia, pois Cu, Mg, Zn e outros elementos podem inviabilizar a corrida para perfis padrao. |
| Ligas especiais dentro da família 6000 | Exigir acordo prévio de perda, destino metalúrgico e segregacao física. |
V.2. Origem e forma física
| Classe | Exemplos | Risco principal | Condicao de aceite |
| Sucata interna de extrusão | Ponta de perfil, descarte de esticadeira, refugos de linha | Mistura entre ligas e contaminação de superficie | Separada por liga, lote e acabamento. |
| Talao de tarugo / ponta de tarugo | Restos de tarugo, talões, pedacos de tarugo | Liga incorreta ou histórico desconhecido | Identificacao por liga, certificado ou rastreabilidade do lote. |
| Cavaco / farelo | Usinagem, serragem, limalha | Oleos, umidade e oxidação elevada | Seco, drenado, sem emulsão e com perda previamente definida. |
| Perfil pintado | Perfis com pintura liquida ou po | Perda por orgânicos, fumaça e cinzas | Receber com perda especifica e controle ambiental do forno. |
| Perfil anodizado | Perfis anodizados ou com camada superficial | Variacao de rendimento e contaminação superficial | Separado de pintado e sucata crua. |
| Sucata de mercado mista | Portas, janelas, pecas diversas | Mistura de ligas, inox, ferro, plastico, borracha e vidro | Amostragem reforcada e perda negociada por lote. |
VI. Padrões de entrega e acondicionamento
A carga deve chegar organizada para permitir descarga segura, identificação rápida e conferência confiável. O acondicionamento inadequado aumenta tempo de patio, risco de acidente e discussão comercial.
- Entregar por liga e tipo físico, evitando mistura de perfis, cavacos, talões e sucata pintada no mesmo volume.
- Usar big bags em boas condições, tambores sem solda e seguros para movimentacao, ou entrega a granel quando o material permitir. Sucatas prensadas ou enfardadas, estarao sujeitas a desmanche de paletes por amostragem para testes de umidade ou verificação de impurezas
- Evitar caminhoes bau quando a descarga depender de empilhadeira, ponte rolante ou basculamento.
- Manter material seco, sem água livre, neve química, lama, emulsão, óleo excessivo ou umidade acumulada.
- Identificar lote, fornecedor, liga declarada, peso bruto, tara, origem e pedido de compra.
VII. Pesagem, amostragem e recebimento físico
- Conferir agendamento, pedido de compra, nota fiscal, XML, placa, transportador e fornecedor.
- Realizar pesagem bruta na balança de entrada e registrar data, hora e responsável.
- Inspecionar a carga antes da descarga: umidade, odor, material estranho, mistura evidente, risco radiológico/segurança e integridade da embalagem.
- Descarregar em area definida, mantendo separação física por lote e classe.
- Fazer amostragem visual e, quando necessário, análise por espectrômetro, corte, imantação e separação manual.
- Registrar descontos por ferro, terra, plastico, borracha, madeira, óleo, umidade, embalagem, vidro e outros não metálicos.
- Realizar pesagem de tara/saída e emitir notificação de recebimento com peso líquido aceito, classificação final, descontos e preço aplicável.
VII.1. Balança eleita, divergência de peso e ajuste fiscal
Para fins de recebimento de volumes, conferência física, classificação e base de liquidação comercial, fica eleita como balança de referencia a balança rodoviaria do comprador, instalada no patio de recebimento e mantida em condição regular de aferição.
- Caso o fornecedor discorde do peso apurado no recebimento, o material ficara a sua disposição, segregado quando possível, ate que as partes definam devolucao, nova conferência ou outro procedimento formalmente aceito.
- O comprador deverá manter atualizado o certificado de regularidade da balança perante o Inmetro ou órgão delegado competente, com verificação mensal registrada e certificado disponivel para consulta do fornecedor quando solicitado.
- O comprador deverá manter em seu patio peso padrao certificado pelo Inmetro, ou evidência equivalente de verificação metrológica, para demonstração e controle periódico da confiabilidade da balança.
- Sera aceita divergência máxima de 55 kg entre balancas, considerando tolerancia operacional de pesagem de carga rodoviaria, tara, movimentacao e pequenas variações de equipamento.
- Diferencas superiores a 55 kg deverão ser tratadas no ato do recebimento por documentos formais que creditem ou debitem as diferenças físicas, comerciais e fiscais, evitando divergência posterior entre peso recebido, nota fiscal, XML e pagamento.
| Registro recomendado Toda divergência de peso deve gerar evidência: ticket de balança, fotos quando aplicável, identificação do veículo, horário, responsável, nota fiscal vinculada, decisão de aceite/devolucao e ajuste comercial ou fiscal correspondente. |
VIII. Matriz de perdas e descontos
Os percentuais abaixo sao uma politica comercial recomendada para padronizar negociações. Devem constar em proposta, pedido ou contrato, podendo ser ajustados conforme histórico do fornecedor, qualidade real do lote, umidade, acabamento, liga e processamento necessário.
| Tipo de sucata | Perda base sugerida | Condicao para aplicar | Observacao comercial |
| Processo separado por liga | 3% | Material industrial limpo, seco, identificado e separado por liga. | Aplicar quando a origem e a classificação forem confiaveis. |
| Sucata natural de mercado | 5% | Material de mercado com separação razoável e baixa contaminação. | Pode aumentar se houver mistura de ligas, vidro, borracha, inox ou ferro. |
| Sucata pintada | 14% | Perfis pintados ou material com acabamento organico relevante. | Considerar impacto em fumos, cinzas, escoria e rendimento metalico. |
| Cavaco / farelo | A combinar | Depende de óleo, umidade, granulometria, oxidação e embalagem. | Exigir material drenado, seco e sem emulsão livre. |
| Sucata mista | A combinar | Lote com composição e origem diversas. | Obrigatorio acordo prévio e direito de reclassificacao após recebimento. |
| Fora da família 6000 | A combinar | Series 1000, 2000, 5000, 7000 ou ligas especiais. | Somente com aprovação técnica e destino metalúrgico definido. |
IX. Contaminantes, resíduos e critérios de recusa
O material deve estar livre de impurezas que desviem a composição química esperada, prejudiquem rendimento, criem risco de explosão por umidade ou gerem resíduos perigosos no processo de refusão.
| Contaminante / risco | Tratamento recomendado |
| Umidade acima do limite combinado | Rejeitar, devolver ou aplicar desconto extraordinário. Como referencia operacional, acima de 2% de umidade pode justificar devolucao integral. |
| Ferro, inox, cobre, latao, chumbo ou zinco | Descontar e avaliar risco metalúrgico; se houver risco de contaminação da corrida, recusar o lote. |
| Plasticos, borracha, madeira, papel, vidro e terra | Descontar peso não metálico e registrar não conformidade. |
| Oleo, solventes, clorados, ascarel/PCB | Recusar material contaminado e acionar procedimento ambiental. |
| Material radioativo ou suspeito | Isolar, não descarregar no patio produtivo, acionar responsáveis técnicos e autoridade competente quando aplicável. |
| Material belico, cilindros fechados ou recipientes pressurizados | Receber somente com liberação prévia e evidência de descaracterizacao segura. |
X. Documentos fiscais e responsabilidade do fornecedor
A nota fiscal, o XML, a procedência e a correta descrição do material sao responsabilidade do fornecedor enquanto o fisco exigir comprovacao de origem e regularidade da operação. A empresa compradora deve manter trilha documental suficiente para demonstrar boa-fe, conferência e controle de recebimento.
- Exigir XML da NF-e antes ou no momento da chegada da carga, com dados coerentes com pedido, fornecedor, CFOP, NCM, quantidade, peso e valores.
- Para compras interestaduais, validar ICMS, CFOP, destaque/diferimento, regime tributario, crédito fiscal e eventuais regras estaduais antes da autorização de recebimento.
- Exigir CND federal e estadual ou certidão positiva com efeitos de negativa quando a politica de risco da empresa determinar, mantendo cópia vigente no cadastro.
- Quando houver autuação, glosa, apreensão, divergência de origem ou documento improprio provocado pelo fornecedor, prever repasse contratual de prejuízos, multas, diferenças fiscais, fretes, armazenagem e custos de destinação.
| Cláusula recomendada O fornecedor declara a procedência licita da sucata, assume responsabilidade por documentos fiscais, origem e classificação declarada, e concorda que prejuízos causados por irregularidade documental, fiscal, ambiental ou de origem poderao ser repassados integralmente. |
XI. Recebimento de sucata fora do estado
Operações interestaduais precisam de validação prévia porque a regra tributaria pode mudar conforme UF de origem, UF de destino, regime do fornecedor, natureza da sucata, CFOP, diferimento ou substituicao tributaria. O procedimento deve ser comercialmente simples, mas fiscalmente fechado.
- Antes do carregamento, confirmar com fiscal/contabilidade o enquadramento do produto, CFOP, ICMS, NCM e eventuais benefícios ou diferimentos.
- Bloquear recebimento quando nota fiscal, XML, placa, peso ou fornecedor divergirem do pedido aprovado.
- Guardar proposta, aceite, pedido, NF-e/XML, comprovantes de pesagem, fotos, laudo de classificação e notificação de recebimento.
- Em caso de fiscalização durante transporte, toda documentacao de origem deve ser providenciada pelo fornecedor e transportador.
XII. Notificação de recebimento e liquidação
A notificação de recebimento deve ser o documento operacional que transforma a carga recebida em base de pagamento. Ela deve separar o que foi declarado pelo fornecedor do que foi efetivamente aceito pela planta.
| Campo minimo | Conteúdo |
| Identificacao | Fornecedor, CNPJ, pedido, nota fiscal, placa, data e horário. |
| Pesos | Peso bruto, tara, peso líquido fiscal, peso recebido, descontos e peso aceito para pagamento. |
| Classificação | Tipo de sucata, liga/família, acabamento, origem e lote. |
| Descontos | Umidade, não metálicos, ferro, contaminantes, embalagem e perda combinada. |
| Resultado | Aceito, aceito com reclassificacao, aceito com desconto extraordinário ou recusado. |
| Evidencias | Fotos, amostras, laudo de espectrometria, assinatura ou ciência do motorista/representante. |
XIII. Tratamento de não conformidades
A não conformidade deve ser registrada de forma objetiva, com evidência fotografica e impacto comercial claro. Isso evita discussão informal e melhora o histórico do fornecedor.
| Ocorrência | Ação imediata | Consequencia possível |
| Liga diferente da declarada | Segregar lote e acionar compras/metalurgia. | Reclassificacao, desconto, devolucao ou bloqueio de fornecedor. |
| Excesso de umidade | Suspender descarga se houver risco de segurança. | Devolucao, desconto extraordinário e advertencia. |
| Mistura fora da proposta | Amostragem ampliada e registro fotografico. | Perda a combinar ou recusa. |
| Documento fiscal incorreto | Bloquear recebimento financeiro. | Carta de correcao, nova NF-e ou devolucao. |
| Material perigoso ou radioativo | Isolar area e acionar procedimento de emergencia. | Recusa imediata, comunicacao a autoridade e desclassificacao do fornecedor. |
XIV. Responsabilidade socioambiental e compliance
Fornecedores devem cumprir legislação trabalhista, ambiental, fiscal e de segurança. A politica de compras deve rejeitar origem ilicita, trabalho infantil, trabalho forçado, armazenamento irregular, descarte inadequado e práticas que tragam risco reputacional ao comprador.
- Exigir que resíduos não metálicos removidos da carga tenham destinação adequada.
- Manter registro de fornecedores suspensos, cargas recusadas e reincidências.
- Prever auditoria ou visita técnica a fornecedores estrategicos.
XIV.1. Resíduos, escórias e borras do processo de refusão
A fundição recebedora deverá manter contrato ativo com empresa legalizada e ambientalmente habilitada para recebimento, transporte, tratamento ou destinação de resíduos, escórias e borras provenientes do processo de refusão do alumínio.
- Copia do contrato, licença ambiental ou evidência de habilitação da empresa destinadora deverá estar disponivel e poderá ser apresentada ao fornecedor por ocasião do pedido, quando a negociação ou auditoria exigir comprovacao de destinação responsável.
- Os comprovantes de retirada, destinação e tratamento de resíduos devem ser arquivados para fins ambientais, fiscais, de auditoria e de rastreabilidade da cadeia de reciclagem.
- O recebimento de sucata contaminada que gere residuo extraordinário, perigoso ou fora da rotina operacional poderá gerar devolucao, desconto extraordinário ou repasse de custos ao fornecedor, conforme causa e evidência técnica.
XV. Modelo de checklist de recebimento
| Item | Verificação | OK / Não OK / NA |
| 1 | Fornecedor cadastrado e com documentos vigentes | |
| 2 | Pedido de compra aprovado e dentro da validade | |
| 3 | NF-e/XML recebido e coerente com pedido | |
| 4 | Carga identificada por liga/tipo/acabamento | |
| 5 | Material seco e sem umidade aparente | |
| 6 | Sem ferro, inox, cobre, plastico, borracha, vidro ou terra em excesso | |
| 7 | Sem óleo, solvente, ascarel/PCB ou contaminante perigoso | |
| 8 | Sem material radioativo/suspeito, cilindros fechados ou bélicos | |
| 9 | Pesagem bruta e tara registradas na balança do comprador | |
| 10 | Certificado/regularidade metrológica da balança disponivel quando solicitado | |
| 11 | Divergencia acima de 55 kg documentada com ajuste físico, comercial e fiscal | |
| 12 | Classificação final e descontos registrados | |
| 13 | Fotos e evidências anexadas quando houver divergência | |
| 14 | Notificação de recebimento emitida para pagamento | |
| 15 | Contrato/licença de destinação de resíduos e borras disponivel quando aplicável |
XVI. Glossário rápido
| Termo | Uso pratico |
| Refusao | Fusao de sucata para produzir novo metal ou liga reutilizavel. |
| Tarugo | Billet cilíndrico usado como matéria-prima na prensa de extrusão. |
| Talao de tarugo | Sobra/ponta de tarugo após extrusão, normalmente de alto valor quando rastreavel por liga. |
| Perda de fusao | Diferenca entre peso carregado e metal aproveitável, incluindo oxidação, escoria, contaminantes e umidade. |
| Sucata limpa | Material separado, seco, sem contaminantes relevantes e com liga conhecida. |
| Sucata mista | Material de origem, liga ou composição variada, exigindo perda e destino previamente combinados. |
| NR – notificação de recebimento | Documento interno de classificação final, descontos e base para pagamento. |
XVII. Fontes consultadas e referências de apoio
ABAL – Reciclagem do Alumínio. Pagina de publicação do e-book técnico sobre cadeia de valor, classificação, preparação e fundição de sucata de alumínio: https://abal.org.br/conteudos/reciclagem-do-alumínio/
ReMA / ISRI Specifications. Especificações internacionais usadas como linguagem comum para compra e venda de materiais recicláveis, com recomendação de que desvios sejam acordados por escrito: https://www.isrispecs.org/
Gov.br – Emitir certidão de regularidade fiscal. Servico oficial de CND perante RFB/PGFN, com descrição dos tipos de certidão e validade indicada de 180 dias: https://www.gov.br/pt-br/servicos/emitir-certidão-de-regularidade-fiscal
CNEN – Comissão Nacional de Energia Nuclear. Referencia institucional brasileira para segurança nuclear e radioproteção: https://www.gov.br/cnen/pt-br
IAEA – materiais de segurança radiologica e casos de fontes órfãs em sucata metalica foram usados como referencia geral para reforcar a necessidade de triagem e recusa de cargas suspeitas.
XVIII. Proxima evolução do material
Este e-book pode evoluir para tres documentos derivados: uma politica interna de compras, um procedimento operacional de recebimento com formulários e um artigo de blog/infografico para fornecedores. A versão interna deve receber dados reais de CNPJ, endereco, horarios, setores responsáveis, condições de pagamento, clausulas contratuais e aprovação juridica/fiscal.
Como é produzido o Aluminio EXTRUSORA DE ALUMÍNIO: Tecnologia SLX Extrusion Press
VISITE NOSSAS PAGINAS SOCIAIS